Foto: Lucas Albin/Agência Ophelia
O país, um dos principais produtores de café arábica de alta qualidade, planeja exportar 4,4 milhões de sacas de 60 kg no atual ciclo. Segundo Arenas, o número de plantas afetadas pela praga, que causa queda das folhas dos arbustos e deixa os grãos expostos, não aumentou: "temos feito revisões constantes e periódicas e há regiões com baixa incidência de ferrugem, que vão desde 7%, a outras que estão entre 15 e 20%".
As nações da América Central e o México, que juntos produzem um quinto dos grãos arábica do mundo, se recuperam das consequências em suas fazendas do ataque de ferrugem, que os atingiu por várias colheitas consecutivas. No início de novembro, a Organização Internacional do Café (OIC) elevou a estimativa da produção mundial de café no ciclo 2016/2017 para um total histórico de 157,4 milhões de sacas de 60 kg, impulsionada por uma revisão do cálculo da colheita de arábica.
"Estamos nos esforçando para fortalecer os mercados e nos concentrarmos na qualidade", disse Arenas sobre as exportações, acrescentando que eles alcançaram um aumento nos embarques para os mercados canadense e asiático e têm planos de se aproximar dos países árabes, bem como da Rússia e da China.
Atualmente, a Guatemala envia seus grãos aos Estados Unidos, Canadá e alguns países da Europa e Ásia.
As informações são da Reuters/ Tradução Juliana Santin