Mais 5 milhões de sacas de café poderão ser englobados em programa de Contratos de Operações de Venda (COV) de café com exercício em 2014. Este foi um dos pleitos feito pelo presidente do Conselho Nacional do Café (CNC), Silas Brasileiro, reunido na tarde desta quinta-feira, 3 de outubro, com o secretário de Produção e Agroenergia interino, Gerardo Fontelles.
Mais 5 milhões de sacas de café poderão ser englobados em programa de Contratos de Operações de Venda (COV) de café com exercício em 2014. Este foi um dos pleitos feito pelo presidente do Conselho Nacional do Café (CNC), Silas Brasileiro, reunido na tarde desta quinta-feira, 3 de outubro, com o secretário de Produção e Agroenergia interino, Gerardo Fontelles. Estavam presentes ao encontro, o diretor do Departamento de Café, Jânio Zeferino, o presidente da Comissão Nacional do Café da Confederação de Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Breno Mesquita, e representantes das cooperativas de produtores de café.
Outra proposta foi a alteração do prazo do programa de estocagem de 12 para 24 meses. Os representantes dos cafeicultores também propuseram que a estocagem do café do programa de opções seja feita nas cooperativas credenciadas pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Eles poderiam optar entre receber o café das opções em seus próprios armazéns ou depositá-lo nos armazéns da Conab.
O Governo vai avaliar as medidas apresentados pelos cafeicultores e dentro dos próximos dias dará encaminhamentos às decisões. De acordo com Gerardo Fontelles, “as propostas apresentadas serão analisadas e estão todas alinhadas com a política do Governo Federal para o setor“.
As informações são do MAPA, adaptadas pelo CafePoint
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ROBERTO CARVALHO DE BRITO
ILICÍNEA - MINAS GERAIS - PRODUÇÃO DE CAFÉ
EM 06/10/2013
Concordo plenamente com você João, o que precisamos é de uma política, coordenada pela OIC, de redução da produção mundial. Só assim com um controle sério da área de cafés no mundo, poderemos planejar com tranquilidade nossas ações no campo. No Brasil o café é tido pelo governo como uma cultura de elite, mas em minha região mais de 90% dos cafeicultores são pequenos ou familiares, que tiram do café o seu sustento.
Está passando da hora do governo desburocratizar as boa intenções, fazendo delas ações concretas. E como líder que é na produção mundial de café, chamar para si a responsabilidade, no controle mundial da produção.
JONAS TORRES
ALFENAS - MINAS GERAIS - PRODUÇÃO DE CAFÉ
EM 04/10/2013
Dinheiro só chega quando nosso café acabar. Diminuir produção só de forma natural e dolorida porque ninguém aceita entrar neste tema. Ainda tem muita gente, inclusive muitos de nós produtores, que acham que o Brasil só tem colhido 50 milhões de sacas. A Conab mostrou que a safra passada ficou em 55 milhões, mas é proibido falar. Ela simplesmente diz que foi 50 e que o estoque aumentou 5,5 com a gente gastando os 50 ou até um pouco mais, e nenhum representante questiona???. É proibido " falar", diz um aviso que eu li.....
JOÃO CARLOS REMÉDIO
SÃO JOSÉ DOS CAMPOS - SÃO PAULO - PRODUÇÃO DE CAFÉ
EM 04/10/2013
Quando que este dinheiro chegará às mãos do produtor para que ele deixe de abastecer o mercado com cafés baratos e agravar ainda mais sua situação? Perdemos muito com a burocracia e a incompetência. O mercado está farto de cafés; vão pagar o preço que quiserem. É interessante como ninguém fala em reduzir a produção; é sinal que está bom para a maioria. Está faltando muita transparência na cafeicultura...!
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