Governo faz últimos ajustes em proposta de preço mínimo ao café arábica
Está em análise pela área econômica do governo a possibilidade de elevar o preço mínimo do café e prorrogar o financiamento de estocagem do produto. As duas medidas deverão ser levadas à votação na próxima quinta-feira, durante reunião do Conselho Monetário Nacional (CMN).
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O Ministério da Agricultura sugere no voto agrícola que o financiamento à estocagem de café sejam alongados por 12 meses e que os vencimentos tenham prazo de carência 120 dias. A proposta do Ministério da Agricultura é de reajuste do preço mínimo do café arábica para R$ 340 a saca e R$ 180 a saca para o conilon. Atualmente, o preço mínimo do arábica é de R$ 261,69, enquanto do conilon é de R$ 156,57.
O presidente da Federação da Agricultura de Minas Gerais (Faemg), Roberto Simões, disse que o reajuste do preço mínimo é necessário para que o governo possa adotar medidas complementares de apoio aos produtores, que veem as cotações do grão arábica acumular desvalorização de cerca de 30% no mercado internacional nos últimos 12 meses. "O governo precisa dar um sinal ao mercado, o que será suficiente para sustentar as cotações", estimou ele.
Segundo Simões, não há razões estatísticas para a queda dos preços do café. "Os estoques no mundo são baixos e o consumo cresce gradativamente", informou. Além disso, continuou, "um novo tipo de ferrugem, mais grave do que a roya, que ataca plantações na América Central, tem sido relatado na própria América Central e na Colômbia".
O dirigente da Faemg acrescentou que, com os novos preços mínimos, o governo poderá aplicar mecanismos de apoio ao produtor, previstos na política agrícola. Ele citou os leilões de Prêmio Equalizador Pago ao Produtor (Pepro), no qual o governo concede uma subvenção econômica (prêmio) ao produtor, ou contratos de opção de venda ao governo, por um valor determinado, no futuro.
A matéria é da Agência Estado, adaptada pelo CaféPoint.
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EM 25/05/2013
Espero que não tenhamos votado numa Presidenta para sermos os futuros perdedores, assim coma vai ser o país, pois plantação de eucalipto além de não gerar empregos, acaba com nossas terras.
Aguardamos sua decisão Presidenta Dilma.
GUAPÉ - MINAS GERAIS - PROFISSIONAIS DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS
EM 31/03/2013
MACHADO - MINAS GERAIS - PESQUISA/ENSINO
EM 28/03/2013

LAVRAS - MINAS GERAIS
EM 27/03/2013
Conduzido por um tema que um sério problema que acaba com a gente
Minha bagagem é o fracasso mais trago um abraço dos amigos meus
Deixei toda a santaiada e fiz a jornada pra falar com Deus
Por não marcar audiência com sua excelência se eu for barrado
alguns dos seus constituintes que são meus ouvintes transmita o recado
Não peço terra de graça mas que algo faça pra isso que venho
Por uma ajuda de custo não sei se é justo perder o que tenho
Quando eu colhi meu café eu até pensei em ser um bom começo
Mas como foi tabelado eu fui obrigado a vender no seu preço
Somente as terras que haviam de por garantia no financiamento
Foi quando veio à geada e na área plantada colhi dez por cento
O banco quer minhas terras já tombei na guerra na luta grosseira
Para salvar meu futuro é que senhor procuro por minha trincheira
Mesmo o gerente do banco mostrava ser franco e meu grande amigo
Com esta queda maldita agora ele evita de falar comigo
Minha herança da roça é essa mão grossa que trago por prova
Creio senhor presidente ser eficiente à república nova
Pensava em ser tão feliz e tudo eu fiz para não perder o nome
Mais a minha fé se alicerça com essa conversa aos pés do homem .
Palavras de nosso saudoso tião carreiro. a realidade não muda infelizmente, a quarenta anos.