Foto: Paulinho de Jesus/Café Editora
Fleischman planeja abrir o Cold Cocked Coffee dentro de uma área de alimentação no bairro Koreatown, de Los Angeles, em 1° de novembro, e trazer a bebida para o que ele chama de quarta onda. Baseado na terceira onda de consumidores e negócios focados na origem e nos métodos de produção de café, a empresa expandirá para novos perfis de sabor e métodos de servir.
"O que descobri é que muitos [conceitos de café] seguem o mesmo formato", disse o empresário. "Todos eles têm as mesmas bebidas. A qualidade varia um pouco, mas há pelo menos 10 diferentes neste lado da terceira onda, então o que eu quero fazer é sair do modelo de café espresso e em um lugar mais direcionado pelo chef", conta Fleischman.
A Cold Cocked focará no café frio, que tem sido um dos segmentos de crescimento mais rápido dentro da indústria, através de um método que Fleischman desenvolveu há uma década. Ele cria uma base que leva cerca de três dias para infundir, que é chacoalhado como um coquetel para criar a bebida assim que o cliente pede.
"Algumas pessoas agitam certas bebidas com espresso gelado, mas este é um perfil de sabor completamente diferente. Estamos fazendo um sabor mexicano, um sabor de cardamomo e um sabor de alcaçuz que é realmente incrível com alcaçuz dinamarquês, mas nada muito doce. As pessoas tendem a pensar em café frio como ultra doce. Não é isso", explicou.
A marca oferecerá uma experiência semelhante a um bar de coquetéis: os clientes irão caminhar até o balcão em vez de fazer o pedido da mesa e o serviço será em foco. Fleischman, que fundou o Umami Burger, apoiou 800 Degrees pizzeria e desenvolveu um conceito de híbrido de frango frito com chocolate, abriu recentemente um conceito de manteiga de amendoim e geleia, chamado PBJ.LA, no Grand Central Market, em Los Angeles.
"[PBJ.LA] chegou até mim por alguns caras na minha academia e eu era extremamente cético. Eles elevaram o perfil de sabor de um sanduíche de manteiga de amendoim e geleia em algo muito mais gourmet", disse.
Com todos os negócios, Fleischman garante que será diferenciado através da experimentação contínua em sua cozinha. "Eu trabalho com os produtos em casa e se ele acaba sendo único, então eu o vejo como um negócio. Eu não tenho experiência em restaurantes, mas definitivamente sei o que é diferente e é por isso que busquei o Umami, porque era muito diferenciado e perturbador para a indústria", finaliza.
As informações são do https://www.qsrmagazine.com/Tradução Juliana Santini.