Funcafé: Mapa convoca interessados em linha de crédito

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) está convocando as instituições financeiras a firmarem contratos com o Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé), que oferecem linhas de financiamentos de custeio, colheita, estocagem e Financiamento para Aquisição de Café (FAC). Os interessados deverão encaminhar o pedido de contratação até 9 de abril. Confira os documentos necessários para a assinatura do contrato.

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O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) está convocando as instituições financeiras a firmarem contratos com o Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé), que oferecem linhas de financiamentos de custeio, colheita, estocagem e Financiamento para Aquisição de Café (FAC). Os interessados deverão encaminhar o pedido de contratação até 9 de abril, à Secretaria de Produção e Agroenergia (SPAE) do Mapa, Esplanada dos Ministérios, Bloco D, 7º andar, edifício-sede, Brasília/DF, CEP 70043-900.

Para o diretor do Departamento do Café da SPAE, Lucas Ferreira, o Fundo dispõe de R$ 2,08 bilhões para atender a essas linhas de financiamento. Cabe aos agentes financeiros integrantes do Sistema Nacional de Crédito Rural (SNCR) informar o montante requerido, conforme a demanda dos financiamentos que serão concedidos aos beneficiários. Eles devem estar amparados pela resolução do Conselho Monetário Nacional nº 3.451, de 5 de abril de 2007 e pelos limites constantes da Portaria Interministerial Mapa/MF nº 262/10.

Os documentos necessários para a assinatura do contrato constam do Aviso do Mapa, publicado no Diário Oficial da União desta segunda-feira (29).

Confira abaixo o Aviso do Mapa.



As informações são do Mapa, adaptadas pela Equipe CaféPoint.
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carlos affonso junqueira neto
CARLOS AFFONSO JUNQUEIRA NETO

POÇOS DE CALDAS - MINAS GERAIS - PRODUÇÃO DE CAFÉ

EM 04/04/2010

Concordo em numero e genero com o amigo de Tres Pontas.E a palavra e o sentido dela ("DIGNIDADE") é a que mais está fazendo falta a nós cafeicultores.
É com tristeza que estamos vendo a agua sair pelo ladrão e ainda sermos chamados de incompetentes por não estarmos com uma produtividade alta.
Sem dinheiro, não existe milagre, sem credito não existe geração de emprego, lavoura boa, estimulo. Que o SINCAL seja uma liderança nova e benvinda e com o nosso apoio e não discursos para reeleições como temos visto com as "lideranças do café"
amador jose alves
AMADOR JOSE ALVES

TRÊS PONTAS - MINAS GERAIS

EM 31/03/2010

Sem duvida é mesmo de ficar revoltado com a impossibilidade de acesso a créditos do FUNCAFE, pois é um fundo que deveria financiar quem o formou, lavouras de café plantadas há muitos anos, mas hoje com uma grande maioria desses produtores, há muito tempo também carregando um historico de prejuizos causados ora por intemperies climaticas, ora por falta de politicas economicas que garatam um preço decente, ficando sem possibilidade de financiamento com juros mais apropriados para nossa atividade, sendo obrigados a buscar recursos que ficam muito mais caros no mercado economico. Mas, por que, então ainda novos plantios, se no momento atual a oferta mundial é mais do que suficiente para prover a demanda? Ora chega de ver todos à sua volta ganhando menos o primeiro ELO da atividade que é o CAFEICULTOR. Safra após safra, no final só tem sobrado o resultado nulo de anos de trabalho... Existem muitas coisas a serem modificadas na cafeicultura brasileira, comercialização, marketing, etc,, atitudes que certamente vão valorizar este nobre produto de nosso país, mas mais importante ainda, trazer DIGNIDADE aos produtores brasileiros, cansados de cobranças nas areas ambientais, trabalhistas etc, mas se esquecem que sem RENDA tudo não passa de conversa fiada Amador Jose Aves - TRES PONTAS-MG Pres. Sindicato Prod. Rurais - Diretor Exec. SINCAL
Eustaquio de Resende
EUSTAQUIO DE RESENDE

CRISTALINA - GOIÁS - PRODUÇÃO DE CAFÉ

EM 30/03/2010

Quando leio um artigo destes, referente ao dinheiro disponivel para a cafeicultura, nao sei se me alegro ou se mais uma vez ficarei decepcionado, pois nunca temos acesso a tais creditos.