Apesar de já ter colhido 35% da produção estimada, Rondônia poderia estar com os trabalhos de colheita mais avançados nos cafezais. O fato é que os agricultores aceleraram a colheita do feijão, que valorizou na última semana, e deixaram o café para depois.
"Muitos cafeicultores do nosso estado tem feijão na mesma lavoura. E como a cotação do feijão disparou de uma semana para cá, o produtor deixou de lado o café e está colhendo o feijão para aproveitar enquanto pode esse salto no preço", explica o proprietário da Cafeeira Jodan, Daniel Constance.
Daniel estima que 25% nova safra de café já estão comprometidas, sendo grande parte através com vendas futuras, e uma menor parcela, com negociações diretas. Do ano passado, quando foram colhidas 1,482 milhão de sacas de café conillon, ele calcula que não há mais nada em estoque. A produção estimada neste ano deverá totalizar cerca de 1,8 milhão de sacas de 60 quilos, conforme projeções de corretores locais.
Ao longo de maio, os preços pagos aos produtores de café rondonienses variaram de R$ 182,00 a R$ 185,00 a saca, abaixo dos R$ 195,00 registrados em abril. Já as indústrias paranaenses e paulistas pagaram entre R$ 204,00 a R$ 207,00/sc em maio para o café robusta de Rondônia, na comparação com a faixa de R$ 215,00, cotação paga pelas indústrias no início da safra. As informações são da Agência Safras.
Feijão atrasa colheita do conillon em Rondônia
Apesar de já ter colhido 35% da produção estimada, Rondônia poderia estar com os trabalhos de colheita mais avançados nos cafezais, se não fosse o feijão. "Muitos cafeicultores do nosso estado tem feijão na mesma lavoura. E como a cotação do feijão disparou de uma semana para cá, o produtor deixou de lado o café e está colhendo o feijão para aproveitar enquanto pode esse salto no preço", explica o proprietário da Cafeeira Jodan, Daniel Constance.
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