FAO alerta para risco de nova crise mundial alimentar
O aumento nos preços globais de gêneros alimentícios básicos elevam o risco de que a crise alimentar de 2007-2008 em países em desenvolvimento se repita, disse nesta segunda-feira (14) o diretor geral da FAO, Jacques Diouf. "Um salto nos preços do petróleo e o rápido consumo dos estoques globais de cereais poderiam ser um prenúncio da crise de abastecimento".
O aumento nos preços globais de gêneros alimentícios básicos elevam o risco de que a crise alimentar de 2007-2008 em países em desenvolvimento se repita, disse nesta segunda-feira (14) o diretor geral da FAO, Jacques Diouf. "Um salto nos preços do petróleo e o rápido consumo dos estoques globais de cereais poderiam ser um prenúncio da crise de abastecimento".
"A alta dos preços aumentam as preocupações e estamos reduzindo rapidamente os estoques", disse. "Durante anos temos alertado que é preciso maior produtividade e investimento em agricultura."
Diouf dizia, até alguns meses atrás, que os estoques globais de cereais estavam em níveis mais saudáveis que os restritos estoques que desencadearam a crise em 2007 e 2008.
Alguns países no norte da África e no Oriente Médio fizeram grandes compras de grãos para evitar aquele tipo de conflito, em parte estimulada pelos preços dos alimentos, que derrubou os líderes da Tunísia e do Egito. A Coreia do Sul está buscando construir uma estratégia de reserva de grãos e planeja comprar cargas de milho e outras mercadorias, em esforço similar ao de outra nações asiáticas, preocupadas com os altos preços dos alimentos e com os conflitos sociais.
"É algo racional de se fazer, para se proteger", disse Diouf.
As informações são da Reuters, publicadas no jornal O Estado de São Paulo, resumidas e adaptadas pela Equipe AgriPoint.
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DARLANI PORCARO
MURIAÉ - MINAS GERAIS - PRODUÇÃO DE LEITE
EM 23/03/2011
Devido aos custos altissimos prá se manter uma propriedade rural, creio que a tendencia , é haver um desabastecimento gradualmente nas cidades,´pois o jovem hoje em sua maioria não pensa em ficar na roça, e os patroes não conseguem pagar os salários , com encargos sociais aos seus empregados, pois os produtos em sua maioria , não tem preço, e este ,como o leite, quem põe , é os laticinios, que tem uma baita obrigação tambem, pagando aos seus fornecedores o que sobra de seus pagamentos, esta é a verdade.
DIEGO SILVEIRA MARTINS
SACRAMENTO - MINAS GERAIS - MERCADO DE LONGA VIDA
EM 16/03/2011
É meus amigos... sera que temos um governo para defender os produtores? Pois o que vemos é sempre a não aceitação dos consumidores a preços altos dos alimentos. Aqui no Brasil sempre que surge uma "crise" a primeira classe a ser massacrada é a nossa produtora, sempre pensando em baixar os preços encima do setor produtivo ao inves de uma boa reforma tributaria.
MARCO MAIA
KANINDYU
EM 15/03/2011
e a carne como anda o mercado desabastecido tambem qual a perspectiva para o futuro todos falam em altas astronomicas sera que tem algum fundamento
MARCIO STRACKE
SINOP - MATO GROSSO - REVENDA DE PRODUTOS AGROPECUÁRIOS
EM 15/03/2011
Mas que notícia boa para os produtores, até que enfin vão ter de deixar os produtores trabalhar.
JULIÉLI MELISE RENZ
MONDAÍ - SANTA CATARINA
EM 15/03/2011
Com os grandes acontecimentos na agricultura, que hoje não mais beneficia o produtor e sim faz com que o produtor desiste de trabalhar na agricultura, é bem provável sim que aconteça isso. Pois a agricultura de modo geral esta sendo deixada de lado, pois ninguém que vive na cidade pensa e procura saber como esta o campo e o que nele esta acontecendo. Quando algum produto esta em grande produção, o preço cai, ou melhor os investimentos em temos de insumos aumentam, restando prejuízos, ou ate vem a legislação e cria e/ou impõem regras.
CARLOS HEITOR GARCIA
JATAÍ - GOIÁS - PRODUÇÃO DE GADO DE CORTE
EM 15/03/2011
Não vai demorar muito para que a "cidade" peça ao "campo",que produza mais alimentos,mesmo que para isso se tenha de abrir novas áreas.
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