Mais de 50% dos consumidores deverão reduzir seus gastos em cafeterias, de acordo com uma pesquisa publicada pelo Mintel em fevereiro; particularmente, quando as vendas nas cafeterias pareciam impossíveis de serem paradas nos últimos anos.
Entretanto, 17% mais pessoas estão agora levando almoço para o trabalho, comparado com o ano anterior. Isso levanta uma questão para os empregadores: será que estão esperando substituir as cafeterias? Esses consumidores estão buscando melhores alternativas de valor e sabor.
Eles ainda querem beber cappuccino, latte, mocha. A demanda por esses cafés está impregnada na cultura dos EUA, conforme a última pesquisa da Nielsen, que mostra que a demanda por cafés especiais cresceu em 5,8% em 2008, melhor do que o resto do mercado. À medida que a recessão pega, eles também querem marcas que sabem que gostam, que confiam.
Para muitos empregadores, os cafés instantâneos são a solução ideal. O Nescafé é a marca número um entre os consumidores, com uma forte lealdade dos mesmos, com 49% dizendo que o produto sempre oferece um café com grande sabor (de acordo com uma pesquisa conduzida pela Nestlé em 2009).
A reportagem é do CatererSearch, traduzida e adaptada pela Equipe CaféPoint.
EUA: 50% devem reduzir gastos em cafeterias
Mais de 50% dos consumidores deverão reduzir seus gastos em cafeterias, de acordo com uma pesquisa publicada pelo Mintel em fevereiro; particularmente, quando as vendas nas cafeterias pareciam impossíveis de serem paradas nos últimos anos.
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