Regiões produtoras dos estados da Bahia, Goiás, Rondônia, Minas Gerais, São Paulo, Espírito Santo e Paraná tiveram dados coletados para a pesquisa. A análise esmiuçou produtividade, riscos e tendências nas lavouras cafeeiras destes estados.
Nas plantações de conilon em Rondônia, por exemplo, os anos de 2008 a 2013 sofreram baixa produtividade, resultando em prejuízos aos cafeicultores. Com a mecanização a partir de 2015, os resultados foram positivos, melhorando não só a produção, mas também os preços.
As lavouras de arábica também registraram uma leve oscilação, porém, por conta do investimento, grande parte dos anos analisados foram positivos para os estados estudados. Bahia e Minas Gerais praticamente mantiveram saldos positivos em suas plantações; São Paulo e Paraná obtiveram melhores resultados a partir de 2014; e o Espírito Santo se mostrou positivo em 2012 e em 2016.
Ainda segundo o estudo, os fertilizantes possuem importante participação nos custos operacionais: cerca de 18% do investimento. Também foi registrado um aumento na utilização e nos gastos com agrotóxicos.
Estudo indica que mecanização é fator positivo na produtividade
Lavouras nos estados da Bahia, Goiás, Rondônia, Minas Gerais, São Paulo, Espírito Santo e Paraná foram objetos da análise, que durou dez anos
Publicado por: Equipe CaféPoint
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Pesquisa realizada pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) aponta que a mecanização da produção de café foi o principal efeito positivo no rendimento dos cafezais brasileiros. O estudo, intitulado “A Cultura do Café: Análise dos Custos de Produção e da Rentabilidade nos Anos-Safra 2008 a 2017”, também apontou crescimento na utilização de fertilizantes e de agrotóxicos.
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