Estoques de café, e cotações nas bolsas, caem
Em seu relatório de maio de 2006, o diretor-executivo da OIC, Nestor Osório, aponta queda nos estoques mundiais de café, mas ressalta quedas nas bolsas. Cita também programas de promoção de consumo.
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No entanto, no mês passado, a média da 2a e da 3a posições na bolsa de Nova Iorque (NYBOT) caiu 4,96% em relação à média de abril. Esta queda, segundo Osório, parece estar relacionada com a situação geral das matérias-primas e dos metais e produtos agrícolas, em particular.
De acordo com ele, no fim de maio, a média dos estoques certificados na Bolsa de Nova York era de 3,35 milhões de sacas, ante 3,36 milhões de sacas no fim de abril. Na Bolsa de Londres, a média era de 2,54 milhões de sacas no fim de maio, em comparação com 2,77 milhões de sacas no fim de abril. "Essas quedas refletem a pressão sobre a oferta face à redução das exportações", comenta o diretor-executivo.
O volume dos estoques de café verde dos países importadores, incluindo os mantidos nos portos, é estimado em 20 milhões de sacas, ou seja, 12 semanas de consumo.
A produção mundial em 2006/07 não se alterou em relação ao volume de 120 milhões de sacas, do relatório de abril. No período 2005/06, a produção total foi de 105,98 milhões de sacas, ante 113,57 milhões de sacas em 2004/05.
A estimativa sobre o consumo mundial em 2005 é de 117 milhões de sacas, das quais 30 milhões correspondentes ao consumo interno nos países exportadores no ano-safra 2005/06 e 87 milhões de sacas ao consumo nos países importadores.
Nestor Osório enfatiza também a disposição, manifestada por alguns dos Membros, durante a sessão ordinária do Conselho Internacional do Café da OIC, realizada em maio, de levar adiante programas de promoção para desenvolver o consumo interno, com base no Guia Detalhado para Promoção do Consumo de Café nos Países Produtores publicado pela entidade.
O Guia Detalhado para Promoção do Consumo de Café em Países Produtores foi preparado para a OIC pela empresa P&A Marketing, do colaborador do CaféPoint, Carlos Henrique Brando, que cita este trabalho em seu primeiro artigo.
Osório cita México, Índia e Indonésia entre os países exportadores que já decidiram lançar programas desse tipo. Para ler o relatório na íntegra, clique aqui.
FONTE: O Estado de São Paulo, adaptado por equipe CaféPoint com informações da OIC.
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