ES: unidade armazenadora de café recebe certificação
O Estado do Espírito Santo, 2º maior produtor de café no Brasil, acaba de ter sua primeira unidade armazenadora certificada destinada a cafés finos, dentro dos padrões exigidos pelo Ministério da Agricultura. A certificação, feita pelo IGCert - Instituto Genesis Certificadora, foi concedida para a unidade da Triscafé, empresa do Grupo Tristão, na cidade de Viana.
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A certificação, feita pelo IGCert - Instituto Genesis Certificadora, foi concedida para a unidade da Triscafé, empresa do Grupo Tristão, na cidade de Viana. O armazém tem capacidade estática para 35 mil toneladas, ou quase 600 mil sacas de café das variedades arábica e conilon produzidos na Zona da Mata e no Espírito Santo. Na época de pico de safra, a unidade faz o processamento e rebeneficiamento de até 10.000 sacas por dia, quando os grãos são selecionados.
No Brasil, os cafés finos que saem da Triscafé abastecem algumas das maiores exportadoras de cafés verdes e, principalmente, outras empresas do próprio grupo Tristão, que há 75 anos atua no mercado.
O armazém da Triscafé auditado pelo IGCert cumpre com todos os requisitos exigidos com relação a edificações, instalações e equipamentos para a guarda e conservação dos produtos, com qualidade e segurança.
A certificação, regulamentada pela IN 3 do MAPA, é obrigatória para as pessoas jurídicas que prestam serviços remunerados de armazenagem de produtos agropecuários a terceiros e é imprescindível para as empresas que queiram participar de operações financeiras junto ao Governo Federal. O prazo final dado pela Comissão Técnica Consultiva do SINCUA - Sistema Nacional de Certificação de Unidades Armazenadoras para que as redes de armazéns obedeçam ao escalonamento e se adequem à legislação vai até o dia 31 de dezembro de 2013 para as empresas que detém até 3 CNPJs.
A Triscafé é, também, pioneira no reaproveitamento de resíduos sólidos do processo industrial, usados como material energético, em substituição a combustíveis fósseis. A utilização de BPF e óleo diesel foi trocada pela queima de gás natural, que reduz substancialmente as emissões atmosféricas prejudiciais ao meio ambiente e toda a água usada na produção é retirada de poços artesianos próprios. Em todos os níveis de processo, essa água recebe tratamento e depois é devolvida à natureza.
As informações são da assessoria de imprensa Instituto Genesis, resumidas e adaptadas pela Equipe CaféPoint.
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