Epamig: planejamento e gerenciamento da cafeicultura

A nova edição da revista Informe Agropecuário da Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais - Epamig (Planejamento e gerenciamento da cafeicultura), reúne informações técnicas que serão de grande valia para produtores e técnicos que atuam na cultura do cafeeiro, garante o pesquisador Paulo Gontijo. "O lucro do cafeicultor, hoje, tem sido menor devido aos preços e ao aumento da concorrência, da volatilidade desses preços e da concentração vigente no mercado", afirma.

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A nova edição da revista Informe Agropecuário da Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais - Epamig (Planejamento e gerenciamento da cafeicultura), reúne informações técnicas que serão de grande valia para produtores e técnicos que atuam na cultura do cafeeiro, garante o pesquisador Paulo Gontijo (Epamig). "O lucro do cafeicultor, hoje, tem sido menor devido aos preços e ao aumento da concorrência, da volatilidade desses preços e da concentração vigente no mercado. É preciso baixar os custos e ter uma gestão estruturada em tecnologia. As propriedades cafeeiras bem-sucedidas passaram a ser aquelas que procuram elevar seu nível de competitividade, por meio do aprimoramento da qualidade de seu produto e dos serviços, reduzindo custos e dando mais atenção às necessidades dos clientes, em mercados cada vez mais exigentes", explica o pesquisador.

Segundo Paulo Gontijo, a cafeicultura, para continuar existindo, terá que ser cada vez mais eficiente e eficaz. Seus dirigentes devem administrar bem a propriedade, utilizando adequadamente os recursos internos (terra, animais, plantas, máquinas e insumos) para que os produtos sejam desejados pelos consumidores. Os produtores devem se preocupar com o que acontece tanto antes quanto depois da porteira, disse ele.

Essa nova publicação da Epamig contribuirá para a reestruturação das propriedades cafeeiras, "pois elas precisam ser repensadas e adaptadas às constantes mudanças do ambiente moderno", justifica Paulo Gontijo, pesquisador do Programa Cafeicultura, da Epamig. O grande desafio, de acordo com o pesquisador, está na capacidade da equipe que administra a cultura do cafeeiro em ajustar a propriedade a esses novos sistemas administrativos, criados para enfrentar os novos tempos.

Com foco nesses objetivos, esta edição do Informe Agropecuário traz temas como: Gerenciamento como forma de garantir a competitividade da cafeicultura; Normas e padrões para a comercialização de sementes e mudas de cafeeiro em Minas Gerais; Cultivares de café e suas principais características agronômicas e tecnológicas; Identificação das principais doenças do cafeeiro e uso correto de produtos fitossanitários; Manejo de mato em cafeeiro: métodos e coeficientes técnicos utilizados; Colheita e pós-colheita do café: recomendações e coeficientes técnicos; Informações úteis no planejamento e no gerenciamento da atividade cafeeira, dentre outros. As informações são do Jornal de Uberaba, resumidas e adaptadas pela Equipe CaféPoint.
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Ronaldo Souza Morais
RONALDO SOUZA MORAIS

BOA ESPERANÇA - MINAS GERAIS - PRODUÇÃO DE CAFÉ

EM 16/02/2009

Nós, cafeicultores, temos problemas com fatores de produção dentro e fora da fazenda. Dentro da fazenda o mais caro é a colheita manual. Colheita mecânica e´ "N" vezes mais barata. Café irrigado produz 2 vezes mais no ano de alta produção e 3 vezes mais no ano de baixa produçãoo (considerando a safra baixa).

Haja vista que teremos que interferir no importador de Petroleo, pedindo a ele que compre o petroleo agora ( US$ 35 / barril) e não espere chegar a US$150/barril, igual ao ano passado. Segundo fator mais caro: fertilizantes. Terceiro é a mão-de-obra com salários altos (míseros) e custos sociais com taxas
elevadissimas.

Outros ideias talvez, pela criatividade, sem sair da atividade, seria diminuir a área plantada, melhorar o uso e eficiência das tecnologias, produzindo, por ex., metade da safra, com preços chegando pelo menos a R$600,00 por saca beneficiada de 60,5 kg, o que cobriria nossos custos para considerar a bienualidade, e consequentemente, demandando menor aporte de capital, ou seja, com custo/benefício positivo na faixa de 2 para 1.

Atenciosamente,
Ronaldo Souza Morais
Fazenda Mata do Paraiso
Campos Gerais - MG
Adriano Gilson Rocha de Carvalho.
ADRIANO GILSON ROCHA DE CARVALHO.

PATROCÍNIO - MINAS GERAIS - PROFISSIONAIS DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS

EM 12/02/2009

Boa tarde,

gostaria de saber como faço para receber, assinar ou adquirir este exemplar do Informe Agropecuário da Epamig que está comtemplanto matérias de suma importância para o Agronegócio Café.

Isaac Silva Figueira
ISAAC SILVA FIGUEIRA

VITÓRIA DA CONQUISTA - BAHIA - PRODUÇÃO DE CAFÉ

EM 10/02/2009

Os cafeicultores modernos devem se preocupar com três itens importantes, como num triangulo equilátero (com três lados iguais), cujas vértices são: produtividade alta, custo baixo e qualidade alta.

Sendo assim, não se pode alterar o formato do triângulo, ou seja, se você aumentar a produtividade, não pode aumentar os custos nem diminuir a qualidade. Também não pode diminuir custos, diminuindo a produtividade ou qualidade, tão pouco aumentar a qualidade aumentando os custos e diminuindo a produtividade.

Se o produtor conseguir esse equilíbrio, estará sendo eficiente, e com certeza terá lucro na sua atividade.