Foto: Café Editora
Os diretores da FNC também se reuniram com o embaixador da Colômbia, Camilo Reyes, e sua equipe econômica, ainda em Washington D.C, para analisar as possibilidades de apoio - com os recursos dos EUA - para esta iniciativa e elaborar a estratégia para iniciar esses diálogos a nível público e privado.
Por outro lado, durante a sua participação na Semana Internacional do Café na Costa Rica (Sintercafé), o Gerente Geral do FNC confirmou a liderança da Colômbia na indústria, levantando reflexões sobre questões cruciais: "o que nos acontecerá como indústria quando tivermos um choque climático, o que vamos ter?" disse, acrescentando outras perguntas: "se o cultivo de café não é rentável, para que chamamos os jovens? Para eles sofrerem? Não faz sentido se não há uma verdadeira rentabilidade para o produtor.”
Como fez em outros fóruns, Vélez Vallejo lembrou que cada elo na cadeia é responsável por ele mesmo e pelos outros: "a indústria investe US$ 350 milhões em sustentabilidade, de US$ 200 bilhões que a cadeia produz. O número é muito pequeno", alertou sobre a necessidade de investir mais na sustentabilidade da indústria do café como um todo.
Por último, o especialista disse aos participantes da feira que o Fórum Mundial de Produtores de Café (que ocorreu em Medellín, em julho) concluiu que "é necessária uma organização global de produtores".
As informações são da FNC/ Tradução Juliana Santin