A fábrica de café Delta, em Campo Maior, teve de derrubar paredes para que a máquina gigante de cápsulas conseguisse instalar-se no seu local de trabalho. Esta é, nas palavras do administrador Rui Miguel Nabeiro, "a máquina mais cara que a Delta alguma vez comprou" - sem revelar o valor do investimento - e que vai servir para expandir o negócio Delta Q para o Brasil, Angola e Espanha.
A marca Delta Q faz três anos em novembro e ultrapassou em agosto, pela primeira vez, a Dolce Gusto, da Nestlé, nas vendas em retalho, tornando-se líder de mercado neste segmento, já que a Nespresso não está à venda na distribuição moderna. Segundo dados da consultora Nielsen, referidos por Rui Miguel Nabeiro, a Delta Q terminou setembro com uma quota de mercado de 50,6% em unidades, o que aumentou a distância que já tinha em agosto da Dolce Gusto.
Rui Miguel Nabeiro, administrador e neto do fundador do império Delta, admite que a liderança deste canal de vendas era meta para 2010. "Não podíamos acabar o ano sem sermos líderes no retalho. Por isso, agora é tempo de rumar com as cápsulas de café para fora de Portugal. Queremos apostar seriamente no Brasil, Angola e Espanha".
A reportagem é do Brasil Econômico, adaptada pela Equipe CaféPoint.
Delta aposta na internacionalização de cápsulas
A fábrica de café Delta, em Campo Maior, teve de derrubar paredes para que a máquina gigante de cápsulas conseguisse instalar-se no seu local de trabalho. Esta é, nas palavras do administrador Rui Miguel Nabeiro, "a máquina mais cara que a Delta alguma vez comprou" - sem revelar o valor do investimento - e que vai servir para expandir o negócio Delta Q para o Brasil, Angola e Espanha.
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