Defensivos genéricos ocupam 40% do mercado

No Brasil, o mercado de defensivos genéricos ainda tem espaço a crescer na opinião do diretor-executivo da Associação Brasileira dos Defensivos Genéricos (Aenda), Túlio Oliveira.

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No Brasil, o mercado de defensivos genéricos ainda tem espaço a crescer na opinião do diretor-executivo da Associação Brasileira dos Defensivos Genéricos (Aenda), Túlio Oliveira. Segundo notícia do Suplemento Agrícola do O Estado de S.Paulo, no país, cerca de 40% do faturamento de defensivos agrícolas vem dos genéricos, 30% menos que a média mundial.

Há cerca de 400 ingredientes ativos registrados no Brasil. Mas apenas 54 têm versões genéricas. Essa diferença explica os preços tão altos dos agrotóxicos. "Se houvesse mais produtos genéricos, que são mais baratos, o produtor não precisaria recorrer aos ilegais", disse Oliveira, referindo-se aos produtos ilegais, que dominam 10% do setor.

Segundo ele, o entrave é o sistema de registro brasileiro, "muito caro". "Isso afugenta pequenas e médias empresas a investir". Em 2002, foi criado um registro diferenciado pelo regime da equivalência química, que beneficiou os genéricos. Mas que, até agora, só aprovou três produtos genéricos.
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