Na safra 2010/2011, o Banco do Brasil aplicou R$ 864.500.377,00 no Espírito Santo. O Estado foi o décimo no país em volume aplicado no crédito rural e 7º considerando apenas o Pronaf. Desse total, R$ 431 milhões é Pronaf. O valor aplicado é recorde no Estado. O banco financiou 74 atividades. Mesmo com a diversificação, o café reina soberano na destinação do crédito. Ficou com 56,73% do dinheiro aplicado.
Custeio e colheita -As condições de financiamento para cafeicultura melhoraram. As linhas de crédito de custeio e colheita passam a ser um só contrato, em vez de dois. Representa ganho em agilidade. Além disso, o Conselho Monetário Nacional elevou de R$ 400 mil para R$ 650 mil o limite de contratação por produtor.
Estocagem -Cafeicultores ganharam limite maior de recursos para estocagem. O valor máximo de contratação agora é de R$ 1,3 milhão. Antes ficava em R$ 750 mil.
Indústrias -O Financiamento para Aquisição de Café (FAC) também aumentou. O valor máximo que pode ser acessado pelas indústrias passou de R$ 20 milhões para R$ 40 milhões. Já o prazo de contratação foi estendido de 30 de setembro para 30 de dezembro deste ano. As novas regras valem para cooperativas beneficiadoras, torrefadoras ou exportadoras possam contratar o FAC.
Desconto -O Banco do Nordeste, que opera em 28 municípios do Espírito Santo, está oferecendo descontos que variam de 45% a 85% (dependendo da localização do empreendimento) para os produtores rurais dispostos a liquidar dívidas de financiamento da linha Pronaf. O aceno vale também para cooperativas e associações que tenham operações contratadas até 15 de janeiro de 2001, com valor original de até R$ 35 mil.
As informações são da Gazeta, adaptadas pela Equipe CaféPoint.
Crédito agrícola do BB no Espírito Santo bate recorde
Na safra 2010/2011, o Banco do Brasil aplicou R$ 864.500.377,00 no Espírito Santo. O Estado foi o décimo no país em volume aplicado no crédito rural e 7º considerando apenas o Pronaf. Desse total, R$ 431 milhões é Pronaf. O valor aplicado é recorde no Estado. O banco financiou 74 atividades. Mesmo com a diversificação, o café reina soberano na destinação do crédito. Ficou com 56,73% do dinheiro aplicado.
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