Em Nova York, o primeiro vencimento, maio/10, registrou alta de 80 pontos, fechando a 138,95 centavos de dólar por libra-peso. Os contratos para julho/10 terminaram o pregão a 140,55 centavos de dólar por libra-peso, alta de 95 pontos frente as cotações de segunda-feira (29).
Um moderado movimento de compras especulativas foi suficiente para elevar as cotações do café ao maior patamar em oito semanas ontem na bolsa de Nova York. Segundo traders, a valorização do café teria sido maior se o dólar não tivesse se valorizado em relação ao euro.
Gráfico 1. Contrato café, ICE Futures U.S.

A BM&FBovespa acompanhou Nova York e encerrou o pregão em alta. O primeiro vencimento, maio/10, teve leve alta de US$ 0,30, fechando a US$ 171,20 a saca. Os contratos com vencimento julho/10 tiveram valorização de US$ 0,80, fechando a US$ 164,95 a saca.
Tabela 1. Comparativos das principais Bolsas de café

Dólar
O dólar fechou em queda pelo segundo dia seguido, com -0,62% cotado a R$ 1,794. A moeda americana já começou o dia em baixa ante o real, com os dados da economia americana favoráveis estimulando as Bolsas de Nova York e o bom humor do investidor.
Gráfico2. Cotação do dólar (R$)

O mercado físico teve um dia de poucos negócios. Apesar da alta do café arábica na Bolsa de NY, a retração do dólar e a retração dos compradores determinou o mercado praticamente estável.
A saca de 60 quilos do café arábica fechou a R$ 285,31, leve alta de 0,22%, segundo o indicador Cepea/Esalq. A variação no mês acumula valorização de 3,1%.
Gráfico 3. Indicador Esalq-arábica x contrato BM&F

Tabela 2. Principais Indicadores e cotação do Dólar

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Natália Fernandes, Equipe CaféPoint, com informações do jornal Valor Econômico
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