Na Bolsa de Londres, o café tipo canéfora (conilon) também passou a operar com desvalorização após abrir o dia com estabilidade. Maio/22 tinha queda de US$ 22 por tonelada, negociado por US$ 2126; julho/22 tinha baixa de US$ 15 por tonelada, valendo US$ 2112; setembro/22 teve queda de US$ 21 por tonelada; cotado por US$ 2090 e novembro/22 teve baixa de US$ 16 por tonelada, valendo US$ 2085.
Pressionando as cotações, por volta das 12h23 (horário de Brasília), o dólar registrava alta de 0,99% e era negociado por R$ 4,79 na venda. O dólar em alta tende a pressionar os preços no exterior. "O dólar abandonou leves perdas de mais cedo e recuperava fôlego nesta segunda-feira, tentando pausar uma série de oito desvalorizações diárias consecutivas que o levaram a mínimas desde março de 2020, com investidores também acompanhando a força da moeda norte-americana no exterior", afirma análise da agência de notícias Reuters.
Ainda acompanhando o conflito entre Rússia e Ucrânia, analistas no Brasil não descartam volatilidade nos preços. Já o produtor, aguardando o início da colheita, pouco participa do mercado aguardando por novos patamares de preços. Desde o início da guerra, os contratos recuaram mais de dois mil pontos em Nova York. Além disso, de acordo com o analista de mercado Haroldo Bonfá, da Pharos Consultoria, o mercado já se antecipa e aguarda o relatório das exportações do mês de março, que podem vir com volumes significativos, apesar da entressafra no Brasil.
As informações são do portal Notícias Agrícolas.