Depois de recuar várias vezes no último mês, o preço do café disparou ontem (05) na Bolsa de Nova York. As cotações vinham cedendo lentamente desde o dia 10 de março, após atingirem o maior nível em mais de 30 anos. Entretanto, ontem os investidores acharam que os preços haviam recuado o suficiente para que voltassem a comprar, puxando-os novamente para cima. O contrato do produto para entrega em maio subiu 4,76% e terminou o dia a 268,25 centavos de dólar por libra-peso. No mês, ainda acumula queda de 2,3%.
Analistas enfatizaram que há pouco café disponível e a demanda segue forte. Assim, nada justifica recuos significativos de preço, pelo menos até a próxima colheita de café. E mesmo quando ela chegar, espera-se uma relação oferta-demanda ainda apertada. O consumo global da bebida cresceu, inclusive no Brasil, e a produção deve ser menor. Naturalmente, as áreas produtoras brasileiras intercalam um ano de safra volumosa de café com outra inferior.
As informações são de Filipe Domingues, para o jornal O Estado de S.Paulo, resumidas e adaptadas pela equipe CaféPoint.
Cotação do café reage e sobe quase 5%
Depois de recuar várias vezes no último mês, o preço do café disparou ontem (05) na Bolsa de Nova York. As cotações vinham cedendo lentamente desde o dia 10 de março, após atingirem o maior nível em mais de 30 anos. Entretanto, ontem os investidores acharam que os preços haviam recuado o suficiente para que voltassem a comprar, puxando-os novamente para cima.
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