Cooxupé: falta café de qualidade e preço deve melhorar

Em entrevista ao programa Mercado & Companhia, do Canal Rural, Lúcio Dias, Superintendente Comercial da Cooxupé, fala sobre os preços do café diante da redução de oferta de café devido a quebra de produção na Colômbia e a safra imperfeita no Brasil. Acesse e confira a entrevista na íntegra.

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Em entrevista ao programa Mercado & Companhia, do Canal Rural, Lúcio Dias, Superintendente Comercial da Cooxupé, fala sobre os preços do café diante da redução de oferta de café devido a quebra de produção na Colômbia e a safra imperfeita no Brasil.

Confira a entrevista na íntegra:



Detalhes da entrevista:

O café é uma das commodities agrícolas que mais sofre os tumultos que acontecem no mercado financeiro, como o caso do Goldman Sachs, por exemplo. E isso acaba afetando sua comercialização, ainda mais em um cenário atípico de pouca oferta e preços em baixa, como o o atual.

A oferta pelo café fino está restrita e o mundo está vindo buscar este café no Brasil, explica Lúcio Dias, superintendente de comercialização da Cooxupé. "Este ano acreditamos que vamos passar com o armazém varrido", diz. Em contrapartidas, os preços não melhoram.

Segundo Dias, a safra do Brasil é boa, mas o volume que sobra de café fino, para consumo interno e exportação fica aquém da demanda aquecida que temos. "Se produzirmos 30, 32 milhões de sacas de arábica fino, será insuficiente para atender a forte demanda mundial sob os cafés arábicas brasileiros", afirma Dias. Sendo assim, é preciso que se monte um bom planejamento de estocagem para que, em um momento de pouca compra, os preços não sofram um recuo e para que os produtores possam comercializar de setembro em diante com preços mais razoáveis.

A Colômbia, por sua vez, passa por um sério problema em sua produção, com uma queda de 33%. Além da Colômbia, mais nove países estão com suas produções reduzidas em cerca de 28%. Esses números podem ajudar a alavancar os preços.

Diante disso, a orientação do superintendente da Cooxupé é que o produtor capriche em sua produção, respeitando os tempos da lavoura, produzindo um café de qualidade, pois, mais tarde, será remunerado por isso. "É fundamental continuarmos buscando esse mercado, que estamos conquistando a duras penas, e que é muito importante para todos nós.

Além disso, é preciso que haja um incentivo do Governo Federal para a comercialização do café brasileiro para que, acima de tudo, o cafeicultor não precise vender seu produto a qualquer preço e que possa ainda ter opção, como a de financiar suas compras para aguardar um melhor momento para a venda.

As informações são do Canal Rural e Notícias Agrícolas, adaptadas pela Equipe CaféPoint.
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valerio miranda amaro
VALERIO MIRANDA AMARO

UBERLÂNDIA - MINAS GERAIS - PRODUÇÃO DE CAFÉ

EM 06/05/2014

a maioria dos  cooperados da cooxupe  fez travamento a 300, 00 reais  , foi muito grande a diferença de preço corretores da cooperativa dizia que estoques safra 2013 estava quase todo dentro da cooperativa e que o preço da safra 2014 seria de valor muito baixa , agora o produtor esta desembolsando para irrigar cafezais devido falta de chuvas .                                A corda so  arrebenta do lado mais fraco ( produtor )
Nilva de Fátima Oliveira Flório
NILVA DE FÁTIMA OLIVEIRA FLÓRIO

EM 20/03/2014

Para que o produtor capriche mais, produzindo um café de qualidade, primeiramente o preço tem que melhorar muito. Os cafeicultores são muitos animados sofrem demais, preço ruim, falta de chuva, na hora da colheita para ter um lucrinho tem que panhar só com a familia. Tem que espurgar com esses venenos perigosos, o produtor perde a saude . Precisamos dar valor em nossa saude é a riqueza que temos.