Consórcio de pesquisa é criado entre Brasil e França

O diretor-presidente Embrapa, Sílvio Crestana, e o diretor-geral do Centro Francês de Cooperação Internacional em Pesquisa Agropecuária para o Desenvolvimento (Cirad), Gerard Matheron, assinarão hoje, às 14h, uma carta de intenções para a criação do Consórcio Internacional em Biologia Avançada (Ciba). São pesquisas de vários produtos agrícolas, inclusive café, e as principais linhas da pesquisa estão nas áreas de biologia avançada, de caracterização molecular para conhecer a diversidade genética de plantas de interesse agrícola e de fitopatógenos, como por exemplo, fungos, ácaros e nematóides, entre outros.

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O diretor-presidente da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Sílvio Crestana, e o diretor-geral do Centro Francês de Cooperação Internacional em Pesquisa Agropecuária para o Desenvolvimento (Cirad), Gerard Matheron, assinarão hoje, às 14h, uma carta de intenções para a criação do Consórcio Internacional em Biologia Avançada (Ciba).

O consórcio vai gerenciar os esforços de pesquisa entre a Embrapa e o Pólo de Pesquisa em Agronomia Tropical e Mediterrânea (Agropolis). O Agropolis, situado em Montpellier, na França, reúne várias instituições de pesquisa além do Cirad, como o Instituto Nacional de Pesquisa Agronômica (Inra) e o Instituto de Pesquisa para o Desenvolvimento (IRD), e também universidades.

Com a assinatura da carta de intenções, o Cirad passará a ser o mediador da parceria entre a Embrapa e o Agropolis e também da implementação do Ciba.

Até hoje 26 projetos, que movimentam recursos da ordem de US$ 3 milhões, estão sendo conduzidos numa parceria da Embrapa com o Labex-Europa, o laboratório virtual da empresa na Europa, e o Agropolis na área de biologia avançada. Essa área engloba pesquisas de ponta que envolvem conhecimentos de caracterização molecular.

São pesquisas de vários produtos agrícolas: café, arroz, trigo, banana, milho, coco, algodão, amendoim, maçã, mandioca, sorgo, brachiaria e uva. As principais linhas da pesquisa estão nas áreas de biologia avançada, de caracterização molecular para conhecer a diversidade genética de plantas de interesse agrícola e de fitopatógenos, como por exemplo, fungos, ácaros e nematóides, entre outros.

Também são feitos estudos genômicos para desenvolvimento de variedades com características de interesse agronômico, como tolerância à seca, resistência a doenças e aumento da qualidade etc.

As informações são da Embrapa.
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