Visando a melhoria da qualidade dos dados da safra brasileira, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) deve se aproximar do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e utilizar a nova base de dados do Censo Agropecuário para minimizar possíveis divergências. A informação foi passada ontem, pelo superintendente de Informações do Agronegócio da Conab, Airton Camargo, durante palestra no Festcafé. O órgão realiza quatro levantamentos da safra de café por ano.
A intenção também é manter a estimativa sobre o volume de estoques privados, ao contrário das críticas de alguns representantes do setor produtivo, que são contrários à divulgação desses números.
O superintendente ressaltou que o novo Censo Agropecuário, cujos resultados deverão ser divulgados no próximo ano, trará informações mais precisas sobre a área plantada de café no Brasil. E a grande dificuldade enfrentada pela companhia é que o último censo é de 1996. "Precisamos juntar estas duas forças para obter resultados mais eficientes", admitiu.
Camargo lembrou ainda que a Conab está desenvolvendo outros instrumentos como o mapeamento de áreas plantadas de café em produção por satélites, o projeto Geosafras. O levantamento está praticamente concluído em Minas Gerais, com 95% da área mapeada por satélite. Paralelamente estão sendo realizados levantamentos nos estados de São Paulo e do Espírito Santo, informou reportagem da Agência Estado.
Conab trabalha para ter levantamentos mais precisos
Visando a melhoria da qualidade dos dados da safra brasileira, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) deve se aproximar do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e utilizar a nova base de dados do Censo Agropecuário para minimizar possíveis divergências. A informação foi passada pelo superintendente de Informações do Agronegócio da Conab, Airton Camargo. O órgão realiza quatro levantamentos da safra de café por ano.
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