Conab: estoque privado de café era de 13,938 milhões de sacas em 31 de março

O volume total apurado em 31 de março deste ano foi de 13.938.275 de sacas de café. Trata-se de resultado quase 66% superior ao verificado em 2012, quando o estoque levantado na mesma data de referência foi de 8.414.615 de sacas. A liderança no estoque armazenado ao final de março deste ano ficou com os Estados de Minas Gerais, São Paulo, Espírito Santo e Paraná.

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Sem alarde, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) divulgou o 10º Levantamento dos Estoques Privados de Café. O volume total apurado em 31 de março deste ano foi de 13.938.275 de sacas de café. Trata-se de resultado quase 66% superior ao verificado em 2012, quando o estoque levantado na mesma data de referência foi de 8.414.615 de sacas.

A liderança no estoque armazenado ao final de março deste ano ficou com os Estados de Minas Gerais, São Paulo, Espírito Santo e Paraná. O café do tipo arábica continua predominante no estoque privado nacional, correspondendo a 89% do total do café do estoque privado. O arábica somou 12,366 milhões de sacas e o conilon, 1,572 milhão de sacas.

Segundo destaca a Conab, esse trabalho teve por meta "quantificar o estoque de passagem da safra 2012/2013, ou seja, a quantidade de café em estoque no dia 31/03/2013, data que antecede a entrada da nova safra 2013/2014 (mudança de safra)".

No Estado de Minas Gerais foi apurado um estoque de 8,315 milhões de sacas, sendo 8,300 milhões de arábica. Os estoques obtidos em Minas Gerais correspondentes ao café arábica representaram mais de 59% do total do estoque brasileiro levantado. Ainda em sacas, agregando arábica e conilon, apurou-se em Minas Gerais o quantitativo de 44.793 mil sacas nas indústrias (solúveis, torrefação e moagem); 1,237 milhão em exportadores; 4,891 milhões em cooperativas e 2,141 milhões em outros segmentos.

Nos Estados de São Paulo, Espírito Santo e Paraná apurou-se um estoque total de 5,077 milhões de sacas, sendo 3,643 milhão de arábica (72% do total). Separadamente, por Estado, foram 3,613 milhões de sacas em São Paulo; 1,055 milhão de sacas no Espírito Santo e 408,5 mil no Paraná. "Os números obtidos nesses Estados, conjuntamente, indicaram boa participação dentro do estoque privado brasileiro, representando 36% do total", cita o trabalho da Conab.

O levantamento de estoques privados de café é realizado pela Conab desde 2004. "Em comparação com as diferenças verificadas em anos mais recentes, em 2011 e 2012 as variações do estoque foram pequenas, enquanto 2013 o volume de estoque cresceu 65% com relação ao levantamento de 2012", destaca o trabalho.

Segundo destaca a Conab, o trabalho apresentado "vem ao encontro das necessidades de informações dos órgãos governamentais, da cadeia produtiva do café e também dos diversos segmentos da sociedade interessada em conhecer a oferta do produto no país e sua distribuição espacial no território brasileiro". A companhia ressalta, ainda, que "cumprindo com o compromisso do sigilo e confidencialidade dos dados individuais, este relatório torna público apenas os valores agregados, obtidos a partir das respostas enviadas a esta Companhia".

A pesquisa teve abrangência nacional. A periodicidade de realização é anual, tendo como referência o dia 31 de março. A pesquisa é realizada por meio do envio de questionários, de correspondência tradicional, pelos Correios, ou por endereço eletrônico. Para a realização deste mais recente levantamento, a Conab encaminhou 1.143 boletins e, desse total, 711 retornaram à Conab e foram validados.

As informações são da Agência estado, adaptadas pelo CafePoint
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Artur Queiroz de Sousa
ARTUR QUEIROZ DE SOUSA

CAMBUQUIRA - MINAS GERAIS - PRODUÇÃO DE CAFÉ

EM 07/09/2013

As informações imprecisas são uma constante nas estatísticas do café. Antes o café arabica estava a R$500,00/ saca, porque não tinha café. Repentinamente o café cai a baixo de R$300,00/saca porque está sobrando café, assim como do nada.

O que precisamos saber é quanto tem de estoque nos países importadores do Café arábica. Nota-se que transferiram o custo de estoque para o produtor, pois o café existente lá fora reduziu seus estoques de uma forma absurda. Estão pagando pra ver e correndo o risco.

Agora se nós financiarmos nossos estoques não vendê-los a um preço que nos permita auferir lucro mínimo para nos mantermos no mercado, deixa o estoque deles vir para o chão, o frio chegar e veremos como vão se comportar os preços.

Tudo nos faz crer que fundos perderam dinheiro na bolsa em 2008 e agora querem arrancar lucros exorbitantes a todo custo na especulação de comodities.
Valdeci Miguel Rodrigues
VALDECI MIGUEL RODRIGUES

POÇOS DE CALDAS - MINAS GERAIS

EM 06/09/2013

Esta ai o problema o pessoal quer subir o mercado omitindo informaçoes e quando a realidade vem a tona acontece o que esta acontecendo. Pelos estoques apresentados em outubro de 2012 passariamos com deficit de 4.500.000 de sacos como sera que do nada apareceu quase 20 milhoes de sacos de cafe no Brasil. É o mesmo que acontece com previsoes de safra , quando sai todo mundo critica reclama mais no realizado as vezes supera o estimado . Gente politica cafeeira nao é achismo e muito menos sustentar mercado com inverdades , seremos verdadeiros pois assim podemos nos precaver quando a situaçao atual nos assombrar.
Jonas Torres
JONAS TORRES

ALFENAS - MINAS GERAIS - PRODUÇÃO DE CAFÉ

EM 05/09/2013

Exporta 30, consome 20 e produz 50,8......E o estoque cresce 5,5 milhões!!! Eita Brasil!!!!!!!!!