Comercialização segue lenta no Brasil, aponta Cepea

Produtores de arábica e de robusta estão atentos à colheita e poucos lotes de cafés têm sido disponibilizados no mercado interno.

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Foto ilustrativa: Lucas Albin/ Agência Ophelia/ Café Editora
Foto ilustrativa: Lucas Albin/ Agência Ophelia/ Café Editora

 
Da redação

As negociações envolvendo tanto o café arábica quanto o robusta no Brasil seguem lentas, apontou o Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP. O ritmo deve-se ao fato de que nesta época os produtores estão atentos à colheita e poucos lotes de cafés têm sido disponibilizados no mercado interno, ponderou em Alerta de Mercado emitido nesta quinta-feira (2/5).

Nessa quarta-feira, 1º de junho, o Indicador Cepea/Esalq do arábica tipo 6 bebida dura para melhor, posto em São Paulo, fechou a R$ 458,16/sc, alta de 1,2% em relação à quarta-feira anterior, 25. O Indicador Cepea/Esalq do robusta tipo 6 peneira 13 acima fechou a R$ 389,45/saca de 60 kg na quarta-feira, elevação de 0,45% em relação à quarta anterior.

Frente aos dados divulgados pela Conab, agentes consultados pelo Cepea acreditam que a produção de arábica deve superar a estimativa da Companhia. Na última estimativa divulgada, o Brasil deve produzir 49,67 milhões de sacas (arábica e robusta) na temporada 2016/2017, alta de 15% em relação à safra anterior. Segundo o Cepea, a expectativa dos agentes consultados se fundamenta nos excelentes rendimentos registrados nas lavouras de arábica, sobretudo no Sul e Cerrado Mineiros. Já produtores de robusta acreditam em safra ainda inferior.
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Equipe CaféPoint

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