A partir de dados preliminares recolhidos das regiões produtoras por SAFRAS & Mercado, indica-se que o comprometimento da safra nova gira em torno de 15% da produção brasileira. O analista de SAFRAS, Gil Barabach, aponta que o ritmo de comercialização da safra nova está abaixo do normal, que seria algo entre 20% a 25%. Barabach observa que, apesar dessa limitação é cada vez maior o interesse pelo café novo.
Segundo Barabach, a estratégia mais indicada para os produtores, nesse momento, é seguir diluindo o risco em várias frentes, tendo o cuidado de se capitalizar para não ficar vulnerável à venda na entrada de safra. Para o produtor, interessante aproveitar os repiques de preços, seja pela volatilidade de NY ou mesmo do dólar.
Para o analista, se a ajuda tão esperada do governo vier, melhor, pois o vendedor poderá trabalhar o resto da produção em uma situação mais vantajosa. O que não pode é arriscar com a ajuda governamental e se ela não vir ser obrigado à venda a qualquer preço para cobrir custo com mão-de-obra na colheita em um momento extremamente desfavorável. É preciso antecipar-se aos problemas, comenta Barabach.
As informações são de Lessandro Carvalho, para a Agência Safras, adaptadas pela Equipe CaféPoint.
Comercialização da nova safra atinge 15% da produção
A partir de dados preliminares recolhidos das regiões produtoras por SAFRAS & Mercado, indica-se que o comprometimento da safra nova gira em torno de 15% da produção brasileira. O analista de SAFRAS, Gil Barabach, aponta que o ritmo de comercialização da safra nova está abaixo do normal, que seria algo entre 20% a 25%. Barabach observa que, apesar dessa limitação é cada vez maior o interesse pelo café novo.
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