A greve de caminhoneiros na Colômbia afetou em 30% as exportações de café, segundo a Federação Nacional de Cafeicultores do país (Fedecafé), enquanto o principal grupo de exportadores disse que seus embarques não serão atrasados nos próximos dias.
Cerca de dois terços dos 180.000 membros da Associação Colombiana de Caminhoneiros (ACC) estão em greve, porque o presidente, Juan Manuel Santos, eliminou uma velha política de estabelecer tarifas mínimas de frete que os caminhoneiros recebem por cada entrega.
Os temores de que a greve piore o abastecimento global de café, que já está escasso, ajudou a causar um aumento dos preços nos mercados mundiais.
A Colômbia é o maior produtor mundial de café arábica suave lavado e os exportadores do país dependem dos caminhoneiros para transportar seu produto da região onde se cultiva o grão no interior ao principal porto de exportação de café, o Buenaventura.
Os exportadores de café colombiano armazenaram uma produção extra nos depósitos do porto há semanas, antecipando-se à greve que começou em 3 de fevereiro, mas esses estoques estão acabando.
A reportagem é do www.elmundo.com.sv e do The Wall Street Journal, traduzida e adaptada pela Equipe CaféPoint.
Colômbia: greve de caminhoneiros reduz exportações
A greve de caminhoneiros na Colômbia afetou em 30% as exportações de café, segundo a Federação Nacional de Cafeicultores do país (Fedecafé), enquanto o principal grupo de exportadores disse que seus embarques não serão atrasados nos próximos dias.
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