Colômbia: crescem divisas com plano estratégico

O Plano Estratégico 2003-2007, executado pela Federação Nacional de Cafeicultores da Colômbia, logrou resultados positivos para os produtores e para a economia do país, segundo informou a Federação. Durante este período, melhorou-se a competividade do setor, se deu valor agregado à produção, se fortaleceu o tecido social e o café colombiano manteve-se como um dos melhores do mundo. O maior volume exportado, somado às melhores cotações externas e à política de valor agregado, se traduziu em um incremento das divisas cafeeiras para o país, que passaram de US$ 876 milhões em 2003 a US$ 1.893 milhões em 2007, ou 116%.

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O Plano Estratégico 2003-2007, executado pela Federação Nacional de Cafeicultores da Colômbia, logrou resultados positivos para os produtores e para a economia do país, segundo informou a Federação. Durante este período, melhorou-se a competividade do setor, se deu valor agregado à produção, se fortaleceu o tecido social e o café colombiano manteve-se como um dos melhores do mundo.

O Fundo Nacional de Café (FoNC), administrado pela Federação de Cafeicultores, aumentou sua participação nas compras no mercado interno de 25,5%, em 2003, para 27,9%, em 2007, mantendo sempre a garantia de compra aos produtores.

A adequação do FoNC às novas realidades do mercado, a estabilização da contribuição cafeeira e a maior eficiência na comercialização, fizeram possível incrementar a porcentagem do preço externo que chega diretamente ao produtor, que passou de 85% da cotação externa em 2003 a 95,5%, em 2007.

O incremento da produtividade e a recuperação dos preços internacionais permitiram, considerando a persistente apreciação da moeda colombiana durante o período de 5 anos, aumentar o valor total da colheita de café, passando de 2,3 bilhões de pesos em 2003 a 3,8 bilhões em 2007, um crescimento de 64%. As exportações aumentaram de 10,3 milhões de sacas de 60kg em 2003 para 11,3 milhões no ano passado, acréscimo de 10%.

O maior volume exportado, somado às melhores cotações externas e à política de valor agregado, se traduziu em um incremento das divisas cafeeiras para o país, que passaram de US$ 876 milhões em 2003 a US$ 1.893 milhões em 2007, ou 116%.

As exportações do Fundo Nacional de Café com valor agregado aumentaram 60%, ao passar de 1,22 milhões de sacas (2003) para 1,95 milhões em 2007. A sua vez, as exportações de cafés especiais cresceram, no período, 42%, de 542.900 sacas para 771.400 sacas.

Com o Programa de Competitividade foi incetivado a renovação de 203.000 hectares de café em 5 anos, isto equivale a 23% da área plantada com café em 2007.
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Vinícius T. Andrade
VINÍCIUS T. ANDRADE

EM 15/02/2008

É impressionante perceber o valor que o governo colombiano dá a seus cafeicultores, o que faz aumentar ainda mais minha percepção de descaso por parte de nossos governantes com esse setor.
Fato que se confirma pela quantidade de notícias de incentivo na Colômbia e por parte do Brasil, quando se tem notícias, em sua maioria, são negativas.