A Colômbia está impulsionando uma pesquisa genética para adaptar seus cultivos de café às mudanças climáticas e já inventou oito variedades resistentes à ferrugem do café para impulsionar a produção, disse o chefe do Centro de Pesquisa Nacional de Café.
A Colômbia, que é um grande produtor mundial de grãos de alta qualidade de café arábica, está dependendo cada vez mais da genética para levar a produção de café ao volume histórico de 11 milhões de sacas depois de três anos alcançando níveis menores do que o esperado, disseram especialistas.
O país criou a variedade Castillo e sete outras resistentes à ferrugem que podem aumentar a produção 17% frente aos grãos não resistentes, disse o diretor da Cenicafé, Fernando Gast. "A estratégia tem sido desenvolver variedades resistentes segundo cada região para ser capaz de controlar a doença em diferentes regiões. Continuaremos pesquisando, porque a ferrugem está derrotando a resistência todo o tempo".
As sementes resistentes estão sendo distribuídas às cooperativas regionais de café, que entregam aos produtores. Com a esperança de recuperar sua produção de café, os climatologistas do Cenicafé também estão trabalhando para fazer melhores prognósticos do tempo e continuam mapeando o genoma do café arábica para melhorar a qualidade do grão e seu rendimento.
A reportagem é do www.portafolio.co, traduzida e adaptada pela Equipe CaféPoint.
Colômbia busca melhorar qualidade do café com estudos genéticos
A Colômbia está impulsionando uma pesquisa genética para adaptar seus cultivos de café às mudanças climáticas e já inventou oito variedades resistentes à ferrugem do café para impulsionar a produção.
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