Código Florestal: insegurança jurídica pode voltar a preocupar produtores

Três ministros farão análise e relatoria de três Ações Diretas de Inconstitucionalidade ajuizadas pela Procuradoria Geral da República e questionando dispositivos do novo Código Florestal Brasileiro. Ações contestam 23 itens da legislação. Os itens questionados em sua maioria estão relacionados a áreas de preservação permanentes (APPs), redução da Reserva Legal e também a anistia das multas. Um dos pedidos da Procuradoria é de que seja suspensa a eficácia destes dispositivos em questão até o julgamento da matéria.

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Os três ministros que farão a análise e relatoria das três Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADIs), ajuizadas pela Procuradoria Geral da República e questionando dispositivos do novo Código Florestal Brasileiro, serão Luiz Fux, Rosa Weber e Gilmar Mendes. A nomeação foi feita por um sistema eletrônico do Supremo Tribunal Federal e as ações contam ainda com pedidos de liminar, os quais podem ser concedidos apenas pelos nomeados.

As ações contestam 23 itens da legislação, em sua maioria relacionados a áreas de preservação permanentes (APPs), redução da Reserva Legal e também a anistia das multas. Um dos pedidos da Procuradoria, como explica a advogada Samanta Pineda, assessora jurídica da Frente Parlamentar da Agropecuária, é de que seja suspensa a eficácia destes dispositivos em questão até o julgamento da matéria.

Além disso, a autora da ação, a procuradora Sandra Cureau, pediu ainda a adoção do chamado "rito abreviado", mecanismo que permite que o julgamento das liminares aconteçam diretamente no plenário do STF por conta da relevância do assunto em questão. Sandra pede que os 23 pontos a serem discutidos sejam suspensos até o final do julgamento do processo.

Até o momento, não há um prazo para a conclusão dessas análises e, segundo o Ministério do Meio Ambiente, o Código Florestal permanece em vigor até que haja um pronunciamento do STF.

Para Samanta Pineda, a ação não passa de um movimento político que, mais uma vez, traz insegurança jurídica aos produtores rurais brasileiros. "Caso sejam declarados como inconstitucionais esses dispositivos, o meio ambiente não vai ganhar nada com isso, não haverá um resultado eficiente", diz a advogada.

Já para o deputado federal Reinhold Stephanes (PSD-PR), os argumentos utilizados pela procuradora Sandra Cureau para justificar a ação demonstram que ela não entende de agricultura e desconhece não só a realidade do setor como também o processo histórico de desocupação das áreas produtoras do Brasil frente aos argumentos utilizados.

As informações são de Notícias Agrícolas, adaptadas pelo CaféPoint.

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wagner alves de lima
WAGNER ALVES DE LIMA

PIMENTA BUENO - RONDÔNIA - PROFISSIONAIS DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS

EM 24/01/2014

Estes tipos de serviços políticos deve gerar muita renda para o pais, aumenta o PIB, já produzir café leite grãos carne , nada mais é que robi, e assim que alguns pensam planta floresta no pais todo quero ver de onde vira dinheiro par pagar tantos políticos secretários ........ Eles não produzem nada a cadeia primária do Brasil sofre de mais. Subsídio pra agricultor não tem pra ficar parado na rua tem bolsa pra tudo, vamu q vamu quero ver daqui a alguns anos
Flávio Araújo de Carvalho
FLÁVIO ARAÚJO DE CARVALHO

VIÇOSA - MINAS GERAIS - PRODUÇÃO DE CAFÉ

EM 25/01/2013

Floresta já temos muita!


Precisamos é aprender a vender nosso peixe ou melhor, nosso café! Temos que ter uma campanha de marketing para valorizar nosso produto pelo mundo, como os Argentinos fizeram com a picanha ou a Colômbia fez com seu café!


Somos muito atrasados nesse quesito!
Marcilio Gomes
MARCILIO GOMES

DIVINO - MINAS GERAIS - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 25/01/2013

A idéia do João Carlos Remédio já tomou forma há anos na cidade de NOVA YORK - USA, como podemos constatar nessa matéria: http://vamossalvarnossoplaneta.blogspot.com.br/2008/11/o-segredo-da-maravilhosa-gua-de-nova.html . Ao invés de debitar a proteção ao meio ambiente na conta  de nós produtores, poderiam com certeza incentivar-nos financeiramente para nos tornarmos produtores de água. As ong's ambientalistas certamente deveriam se empenhar nisso. Ajudem-nos a ajudar!
joão carlos remédio
JOÃO CARLOS REMÉDIO

SÃO JOSÉ DOS CAMPOS - SÃO PAULO - PRODUÇÃO DE CAFÉ

EM 24/01/2013

Produtores de café do Brasil, principalmente da região de montanha, vamos revindicar do governo brasileiro ou de qualquer país ou organismo internacional, um valor em dinheiro para transformarmos nossas lavouras em florestas. Acredito que da maneira como andam os preços do café, reflorestar parece ser uma saída mais rentável. Taí mais uma proposta para ser divulgada pelo CaféPoint para reduzir a produção de café e consequentemente  provocar uma melhora nos preços. Ajudem-nos nessa campanha, ela vai agradar a todos, cafeicultores e ambientalistas.