A possibilidade de que fortes chuvas tenham prejudicado as lavouras na Colômbia fez com que os preços do café subissem para o patamar mais alto em três semanas na bolsa de Nova York.
Os contratos com vencimento em março fecharam o pregão de ontem cotados a US$ 2,1755 por libra-peso, alta de 795 pontos. Segundo a Bloomberg, relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) informou que as chuvas ameaçam as plantações, danificaram as estradas e podem atrasar o embarque de café. "Os fundamentos são muito favoráveis. Tecnicamente o café parece forte, o que é um sinal verde para as altas", disse Tom Mikulski, estrategista da Lind-Waldock.
A queda do dólar também impulsionou os preços do café no mercado internacional. Ao contrário das expectativas, o governo chinês não anunciou um novo aperto na política monetária para conter a inflação. Sinalizou, portanto, que a demanda por matérias-primas continuará forte. O sentimento de aversão ao risco enfraqueceu e o dólar se desvalorizou. Isso faz com que as commodities fiquem mais baratas para investidores que usam outras moedas.
No mercado interno, o indicador Cepea/Esalq subiu 2,12% para R$ 380,73 por saca.
As informações são dos jornais Valor Econômico e O Estado de S.Paulo, resumidas e adaptadas pela Equipe CaféPoint.
Chuvas na Colômbia fazem preços do café subirem
A possibilidade de que fortes chuvas tenham prejudicado as lavouras na Colômbia fez com que os preços do café subissem para o patamar mais alto em três semanas na bolsa de Nova York.
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