A grande incidência de chuvas, desde o final de março, tem interrompido a colheita de café na maioria das regiões. Além disso, a umidade também tem reduzido a qualidade do grão. Com a possibilidade de precipitações até o final de junho em São Paulo e no Paraná, a expectativa é que a colheita seja intensificada apenas no próximo mês.
A demora na entrada de grãos novos de arábica, por sua vez, limita o volume de negócios, já que exportadores têm esperado para efetuar embarques. O Indicador CEPEA/ESALQ do arábica tipo 6 bebida dura para melhor, posto na capital paulista, fechou a R$ 281,15/saca de 60 kg na quarta-feira, 26, queda de 1,66% em relação à quarta da semana anterior.
Quanto ao mercado internacional de robusta, a entrada da nova safra brasileira e a perspectiva de boa oferta mundial têm pressionado, mesmo que levemente, as cotações. No físico brasileiro, o Indicador CEPEA/ESALQ do tipo 6 peneira 13 acima fechou a R$ 242,77/saca de 60 kg na quarta-feira, praticamente estável em relação à quarta anterior.
As informações são do Cepea.
Chuvas atrasam colheita do café arábica
A grande incidência de chuvas, desde o final de março, tem interrompido a colheita de café na maioria das regiões. Além disso, a umidade também tem reduzido a qualidade do grão. Com a possibilidade de precipitações até o final de junho em São Paulo e no Paraná, a expectativa é que a colheita seja intensificada apenas no próximo mês.
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