O Conselho Deliberativo da Política do Café (CDPC) aprovou na semana passada a criação de linha de financiamento para ajudar o produtor que teve prejuízos com as chuvas de granizo que ocorreram no mês de setembro no Sul de Minas Gerais, principal região cafeeira do país.
Segundo o presidente da Comissão Nacional do Café da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Breno Mesquita, esta proposta ainda será avaliada pelo Governo, mas representará um importante instrumento de apoio ao cafeicultor para a recuperação da lavoura se aprovada. A criação desta linha é uma reivindicação da CNA e da Federação de Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais (FAEMG).
Também foi aprovada pelo Conselho outra linha de financiamento voltada para a formação de estoques privados de café para armazenar seis milhões de sacas de café, com recursos do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé). Esta proposição também será avaliada pelo Executivo. Outro ponto que passou pela análise do CDPC foi a Agenda Estratégica do Agronegócio Café, documento que contém as prioridades da atividade cafeeira para os próximos anos.
CDPC: financiamento para cobrir prejuízos com granizo
O Conselho Deliberativo da Política do Café (CDPC) aprovou na semana passada a criação de linha de financiamento para ajudar o produtor que teve prejuízos com as chuvas de granizo que ocorreram no mês de setembro no Sul de Minas Gerais, principal região cafeeira do país.
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LUIZ GUSTAVO REIS CHAVES
TRÊS PONTAS - MINAS GERAIS - PRODUÇÃO DE CAFÉ
EM 04/11/2008
Acho que a liberação de recursos para socorro dos cafeicultores é de extrema importância, tendo em vista que na regia do sul de minas, algumas propriedades foram totalmente danificadas.
No entanto, acho que as nossas lideranças também devem lutar para uma garantia de lucratividade mínima para o produtor, sendo certo que se o cafeicultor tivesse a garantia de lucratividade, a maioria, excluindo aqueles que tiveram problemas climáticos, não precisariam de financiamento.
Na atual situação, qualquer empréstimo, até mesmo com juros zero, é caro para o cafeicultor, pois está tendo prejuízos em suas lavouras.
No entanto, acho que as nossas lideranças também devem lutar para uma garantia de lucratividade mínima para o produtor, sendo certo que se o cafeicultor tivesse a garantia de lucratividade, a maioria, excluindo aqueles que tiveram problemas climáticos, não precisariam de financiamento.
Na atual situação, qualquer empréstimo, até mesmo com juros zero, é caro para o cafeicultor, pois está tendo prejuízos em suas lavouras.