Cafés do Brasil, industrializados, no maior evento de alimentos e bebidas no Oriente Médio

Presença brasileira na Gulfood 2013, entre os dias 25 e 28/02, em Dubai, reforça a importância do mercado árabe para as empresas do setor nacional.

Publicado por: CaféPoint

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Pelo quinto ano consecutivo, indústrias brasileiras de café levam seus produtos para a Gulfood, maior evento de alimentos e bebidas do Oriente Médio e Norte da África, que acontecerá de segunda a quarta-feira da próxima semana (25 a 28/02) em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos. Participam desta edição duas empresas paulistas – Agrofood e Cia Cacique – e duas mineiras – Kaff Café e Fazenda Caeté – todas integrantes do programa de exportação da Associação Brasileira da Indústria de Café (ABIC), realizado em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil).

De acordo com Christian Santiago e Silva, promotor comercial do programa de exportação da ABIC, é cada vez maior o número de empresas do Oriente Médio que buscam novos negócios para aquisição de café em grão torrado ou moído, industrializados por empresas brasileiras. “Surpreende porque, mesmo com a grande concorrência de torrefações locais, que compram matéria-prima no Brasil, o grão verde, o mercado dispõe de oportunidades para novos estreantes”, diz o executivo, para quem “a participação da ABIC com o estande Cafés do Brasil reforça a importância do mercado para as empresas brasileiras”.

Negociar com empresários árabes não é difícil, mas exige atenção por parte do industrial brasileiro, diz Santiago e Silva. “Em muitos casos, tem que desenvolver uma relação de confiança e amizade antes de fazer o primeiro pedido e isso às vezes é um grande problema para aqueles cujo objetivo é ir logo tirando os pedidos para depois fazer amizade”. Para ele, é preciso que o empresário brasileiro tenha paciência. “Vale a pena esperar para quebrar essa barreira porque, em muito casos, a relação comercial fica simples e tão descomplicada que pedidos grandes são tirados em uma conversa telefônica”.

Nesta edição, o Brasil será homenageado como país parceiro durante a Gulfood 2013. Ao todo, 45 empresas brasileiras participarão do evento em um pavilhão organizado conjuntamente pela Apex-Brasil e seis entidades setoriais, entre elas a ABIC, com apoio da Câmara de Comércio Árabe Brasileira (CCAB).

As informações são da Tempo Comunicação, adaptadas pelo CaféPoint.
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Roberto Devienne
ROBERTO DEVIENNE

CRUZEIRO - SÃO PAULO

EM 01/05/2014

Eu estive recentemente em Dubai e nada vi ou pouco vi de café Brasileiro, estive no Carrefour em frente ao hotel que hospedei, no setor de café predominava café solúvel liofilizado da Alemanha, café da Nestle, Café solúvel da Master Blend com adição de colágeno e outras vitaminas, torrado de outros países e somente vi uma dúzia de pacotes mal embalados escrito "café do Brasil" inclusive havia RTD da Malásia feito para Boncafe Malásia com brand Icafe, e um 3x1 feito pela Alicafé da Malásia e no momento estavam fazendo degustação e a qualidade era péssima, parecia que tinha casca junto. Alias o robusta da Ásia segundo um fabricante do Vietnam com quem tive reunião comentou que nosso conilom tem bebida melhor, realmente no voo de Saigon para Bangkok me serviram café do Vietnam e a bebida era intragável, não sei o fabricante. No hotel em Dubai Coperthone café da manhã antes d voo a Saigon tinham maquinas da Sara Lee ou DE que são empresas irmãs, bebida não agradável e só tomei misturado com leite e muito açúcar, se levaram café do Brasil para Dubai deve estar no deserto, pois com tantos cafés especiais que temos e sendo o maior exportador do mundo em Arábica tínhamos a obrigação de ter nas prateleiras cafés finos, tinha sim do PERU GOURMET... Se a Cacique entrou no mercado lá certamente deveria ter pelo menos café solúvel FD e SD com marcas próprias.
Antonio José Maia
ANTONIO JOSÉ MAIA

LIMEIRA - SÃO PAULO - INDÚSTRIA DE CAFÉ

EM 22/04/2013

Acho que a ABIC não deveria licenciar com selo de qualidade  marcas que não tenham  toda uma estrutura industrial de uma torrefadora dando margem a um  processo de comércio do café moído ou em grãos em quantidade  como se fossem  torrefadores  causando assim  uma desleal concorrência   do  mercado  em  que cada torrefador  seja ele pequeno, médio ou grande  detem  no seu quadro de clientes suas  fontes  de  comércio  onde o cíclo do investimento  seja   fruto de trabalho  e  não de um comércio  predador .

Se  desejamos um  comércio saudavel  diante da busca da qualidade reconhecida pela certificação  convém  reconhecimento  da  indústria torrefadora  que a pratica ,  se não  um  tiro no pé  é o que estaremos  dando .
Marco Antonio Costa
MARCO ANTONIO COSTA

CAMPO BELO - MINAS GERAIS - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 23/02/2013

Muito bom, exportação de cafe com valor agregado.



Parabens ao Café Fazenda Caete, criadora nacional da monodose Cafe Individual.



Parabens as outras torrefações que lutam pelo espaço internacional .

Parabens ao Governo Brasileiro, atravez da APEX que realiza este trabalho.



Parabens aos produtores brasileiros que querem sair da escravidão secular de produzir cafe e entregar ao mercado internacional .



Alguem me diga, se não for o café brasileiro que café o mundo tomara todo dia, durante o ano inteiro e durante pelo menos a proxima decada?



Alguem me diga, qual o sentido de exportar o grão sem valor agregado, quem agrega valor e ganha com isto?
João Batista Vivarelli
JOÃO BATISTA VIVARELLI

DIVINOLÂNDIA - SÃO PAULO - PROFISSIONAIS DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS

EM 22/02/2013

Muito bom ,o café brasileiro tem muito a oferecer, pois somos o maior produtor mundial de café,temos qualidade,competividade.