Da redação
A produção de café na China cresce rapidamente e é destinada ao mercado externo, enquanto o interno é suprido por importações, apontou a equipe do Bureau de Inteligência Competitiva do Café, da Universidade Federal de Lavras (Ufla). “A cafeicultura chinesa continua surpreendendo”, avaliou a seção Insights do último Relatório Internacional de Tendências do Café.
O relatório pontua que a ferrovia trans-eurasiana permite que os grãos cheguem a Europa muito mais rápido do que por navios. “Agora, com o porto seco de Chongqing, a China poderá desenvolver novas estruturas logísticas que facilitem a classificação, exportação e rastreabilidade dos grãos. As autoridades já manifestaram o interesse em exportar, a partir de lá, grãos dos principais produtores da Ásia e, consideradas a longas rotas marítimas que esses grãos percorrem até a Europa, é possível que boa parte deles seja direcionada para a China. Com isso, o número de sacas exportadas pela localidade poderá chegar facilmente aos milhões e haverá aumento da competitiva do café asiático”.
O Bureau explica que outras origens produtoras buscam resolver seus desafios internos. Confira, aqui, o último Relatório completo.
Cafeicultura chinesa continua surpreendendo, pontuam analistas
O relatório pontua que a ferrovia trans-eurasiana permite que os grãos cheguem a Europa muito mais rápido do que por navios.
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