Juliano Tarabal, de Patrocínio, MG, comenta sobre a movimentação de toda a cadeia cafeeira em prol de uma estrutura organizacional que preze pela qualidade. Ele enviou carta ao artigo "A revolução da qualidade dos cafés do Brasil". Leia a seguir.
Carta de Juliano Tarabal
É de fato muito grande a movimentação de toda a cadeia cafeeira em prol de uma estrutura organizacional que preze pela qualidade e por formas de gestão que sejam sustentáveis ambientalmente, socialmente e que claro, dê lucro.
Posso falar pela minha região que é o Cerrado Mineiro (Patrocínio), onde existem associações como Acarpa, Caccer, Fundaccer e dentro em breve o Centro de Excelência do Café, que são entidades que trabalham a todo momento batendo justamente na "tecla" qualidade, articulando idéias, montando trabalhos e projetos, promovendo certificações, como a Certificação de Propriedade do Café do Cerrado, onde somente produtores que tenham a sua propriedade dentro de uma área demarcada podem obter o selo. A exemplo das regiões produtoras de vinho.
Enfim, uma série de acontecimentos nos trazem a certeza de que a cafeicultura brasileira vem crescendo a passos largos no que tange à produção de cafés de qualidade e também de novas ferramentas para se comercializar esse café, com excelentes traders atuando no exterior a fim de mostrar que além de quantidade o Brasil também produz qualidade.
Acesse aqui e veja a carta na íntegra.
Rodrigo Cascalles, Equipe CaféPoint.
Cafeicultura caminha rumo a qualidade
É de fato muito grande a movimentação de toda a cadeia cafeeira em prol de uma estrutura organizacional que preze pela qualidade e por formas de gestão que sejam sustentáveis ambientalmente, socialmente e que claro, dê lucro.
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