Por volta das 08h45 (horário de Brasília), o vencimento Março/23 registrava queda de 35 pontos, cotado em 151,35 cents/lbp, enquanto que o contrato Maio/23 apresentava recuo de 40 pontos, cotado em 152,15 cents/lbp. Julho/23 operava com desvalorização de 35 pontos, cotado em 152,75 cents/lbp, e Setembro/23 trabalhava com perda de 40 pontos, negociado em 153,05 cents/lbp.
No caso da Bolsa de Londres, as negociações para o café canéfora trabalhavam com quedas nos principais contratos. O vencimento Março/23 trabalhava com queda de US$ 1 por tonelada, negociado por US$ 1906. O Maio/23 tinha queda de US$ 2 por tonelada, valendo US$ 1869. Julho/23 tinha perda de US$ 1 por tonelada, cotado por US$ 1846. Já o de Setembro/23 tinha recuo de US$ 4 por tonelada, valendo US$ 1824.
De acordo com as informações do Barchart, as negociações do café estavam em baixa nesta sessão, com uma perspectiva favorável para a produção do Brasil mantendo o mercado na defensiva. “Os comerciantes disseram que uma perspectiva melhor para a safra arábica do Brasil após as chuvas recentes continua a pesar sobre os preços. O mercado também acompanha as ações cambiais que continuavam a subir, embora o aumento da demanda após a recente queda nos preços tenha desacelerado o ritmo do aumento”, reportou.
Nesta segunda-feira (16), o Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé) divulgou o seu relatório de exportações de dezembro, em que apontou que os embarques brasileiros de café em 2022, realizados para 122 países, obtiveram receita cambial recorde de US$ 9,233 bilhões, apresentando um substancial crescimento de 46,9% na comparação com os US$ 6,285 bilhões registrados no ano retrasado.
As informações são do portal Notícias Agrícolas.