Café servido na Câmara dos Deputados será monitorado

Os Programas de Qualidade do Café e de Nível Mínimo de Qualidade, da ABIC, acabam de ganhar a adesão da Câmara dos Deputados. No dia 15 de novembro, o presidente daquela Casa, deputado Arlindo Chinaglia, assinou um Acordo de Cooperação e de Parceria entre a Câmara e a ABIC objetivando assegurar o monitoramento da qualidade do café torrado e moído por eles adquirido. "A promoção do café brasileiro começa dentro de casa. Esse acordo é importante porque pela primeira vez a qualidade do cafezinho da Câmara dos Deputados será monitorada", disse Chinaglia.

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Os Programas de Qualidade do Café e de Nível Mínimo de Qualidade, da ABIC, acabam de ganhar a adesão da Câmara dos Deputados. No dia 15 de novembro, durante o Encafé, o presidente daquela Casa, deputado Arlindo Chinaglia, assinou um Acordo de Cooperação e de Parceria entre a Câmara dos Deputados e a ABIC objetivando assegurar o monitoramento da qualidade do café torrado e moído por eles adquirido.

O acordo estabelece que cabe à Câmara dos Deputados fornecer regularmente à ABIC as amostras de café para fins de controle de qualidade; e responsabilizar-se, até o momento do repasse, pelas amostras que serão encaminhadas aos laboratórios credenciados e indicados pela entidade. Já à ABIC compete testar as amostras fornecidas, por meio de técnicos degustadores experimentados e em conformidade com a metodologia de avaliação adotada pelo PQC, e fornecer á Câmara os resultados dos testes realizados, acompanhados dos respectivos laudos técnicos.

"A promoção do café brasileiro começa dentro de casa. Esse acordo é importante porque pela primeira vez a qualidade do cafezinho da Câmara dos Deputados será monitorada", disse Chinaglia durante a cerimônia de assinatura do acordo.

Para Guivan Bueno, presidente da ABIC, o acordo dá novo pulso aos programas da entidade, principalmente ao NMQ - Nível Mínimo de Qualidade, criado justamente para sensibilizar os órgãos públicos para que nas licitações não escolham apenas o fornecedor de menor preço, mas de café de qualidade.

Na Câmara dos Deputados são servidos perto de 8.000 cafezinhos por dia, aos 513 deputados federais e às milhares de pessoas que circulam pelos corredores e gabinetes do prédio. O consumo é de 35 quilos de pó, segundo dados dos serviços gerais.

O acordo, em vigor desde 15 de novembro, foi assinado por Arlindo Chinaglia e Guivan Bueno, presidente da ABIC, e teve como testemunhas o Deputado Odair José da Cunha, o vice-presidente da ABIC, Almir José da Silva Filho e o diretor-executivo da Organização Internacional do Café, Néstor Osorio.
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