Café: preocupação com clima faz cotações decolarem

As ameaças climáticas que podem prejudicar as lavouras do Brasil e da Colômbia, os dois maiores produtores de café arábica do mundo, fizeram com que os preços da commodity atingissem ontem (28) na bolsa de Nova York o nível mais alto em 14 anos.

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As ameaças climáticas que podem prejudicar as lavouras do Brasil e da Colômbia, os dois maiores produtores de café arábica do mundo, fizeram com que os preços da commodity atingissem ontem (28) na bolsa de Nova York o nível mais alto em 14 anos. Os contratos para julho foram negociados a US$ 2,992 por libra-peso, em alta de 280 pontos. Segundo a Bloomberg, o ministro da agricultura da Colômbia, Juan Camilo Restrepo, informou que as chuvas e inundações que atingem o país deve elevar os preços dos alimentos e dificultar a colheita e o transporte do café. Diante da situação, analistas acreditam que os fundamentos continuarão a dar suporte às cotações. No mercado interno, o indicador Cepea/Esalq fechou o dia R$ 542,70, alta de 1,04%.

As informações são do jornal Valor Econômico, adaptadas pela Equipe CaféPoint.
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