Em uma análise geral, as condições climáticas desse ano não favoreceram a safra de café: a estiagem atingiu a maioria das regiões cafeeiras e trouxe prejuízos qualitativos e quantitativos ao produtor brasileiro. No entanto, o avanço da tecnologia do campo minimizou alguns fatores e estabeleceu um manejo mais adequado, levando a uma maior produtividade.
Foto: Alexia Santi/Agência Ophelia
Por meio do Programa Construindo Plantas (PCP 360), a tecnologia da Fertiláqua estimula a planta via foliar e solo, atuando nos processos fisiológicos da planta e na qualidade do solo, possibilitando maior produtividade e lucratividade. O produtor Edivaldo da Silva, de Boa Esperança, em Minas Gerais, confirma os resultados: "com o uso das soluções as plantas foram revigoradas com raízes mais profundas mesmo na época de seca. A lavoura também apresentou resultados mais rentáveis”.
O PCP 360 possui o estímulo fisiológico equilibrado para cada fase da planta, iniciando pelo solo e passando pela parte aérea, desenvolvendo assim lavouras com alto potencial produtivo e construindo plantas mais eficientes. Segundo o cafeicultor Jorge Calili, da Fazenda Pião, de Santana da Vargem (MG), um dos benefícios do uso da tecnologia é o crescimento de ramos, além de ter uma lavoura com menos estresse no pós-colheita, proporcionando melhor sanidade: "mesmo com a seca que vimos neste ano nossas lavouras responderam bem à falta de chuva”, explica.
Em Minas Gerais, a produção de de café está estimada em 24,38 milhões de sacas, de acordo com o último levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O parque cafeeiro do estado é formado por, aproximadamente, 3,9 bilhões de plantas, composto pelas espécies arábica e conilon.