Para competir a nível internacional no mercado de café e conseguir maiores exportações, é necessária a introdução de uma nova genética nas sementes de café do Panamá, que torne a planta imune aos ataques de fungos e pragas. No entanto, o país não conta com um instituto especializado neste tipo de pesquisas.
A colheita nacional de café supera neste ano as 180,93 mil sacas de 60 quilos, das quais 40% são destinadas à exportação. No entanto, apesar de o grão produzido no Panamá ser elogiado por sua excelente qualidade e sabor, a exportação do grão não supera os US$ 20 milhões anualmente.
As autoridades do Ministério de Desenvolvimento Agropecuário (MIDA) do país estudam a possibilidade de instalar em dois anos um centro de pesquisas que busque o melhoramento do grão. Enquanto isso não se concretiza, vêm sendo realizadas negociações com o Programa de Melhoramento do Café (PROMECAFE) para introduzir uma nova variedade de sementes.
Os produtores de café de exportação do Panamá aspiram entrar no mercado do Japão e dos países do norte da Europa. As informações são do La Estrella de Panamá.
Café panamenho busca melhoria genética
As autoridades do Ministério de Desenvolvimento Agropecuário (MIDA) do país estudam a possibilidade de instalar em dois anos um centro de pesquisas que busque o melhoramento do grão. Enquanto isso, vêm sendo realizadas negociações com o Programa de Melhoramento do Café (PROMECAFE) para introduzir uma nova variedade de sementes.
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