Café: dólar desvalorizado favorece retomada de bolsas
Os contratos futuros do café fecharam o pregão de ontem com o maior preço em 13 meses, na medida em que a desvalorização do dólar aumenta o apetite dos investidores pelas commodities americanas. "A queda do dólar está obviamente alavancando o café. Estamos vendo muito dinheiro entrar nas commodities como forma de proteção cambial", disse Fain Shaffer, presidente da Infinity Trading, de Oregon, em entrevista à agência Bloomberg.
Os contratos futuros do café fecharam o pregão de ontem com o maior preço em 13 meses, na medida em que a desvalorização do dólar aumenta o apetite dos investidores pelas commodities americanas. "A queda do dólar está obviamente alavancando o café. Estamos vendo muito dinheiro entrar nas commodities como forma de proteção cambial", disse Fain Shaffer, presidente da Infinity Trading, de Oregon, em entrevista à agência Bloomberg.
Com isso, os contratos negociados na bolsa de Nova York e com vencimento em março do ano que vem encerraram o dia a US$ 1,4690 por libra-peso, com alta de 245 pontos. No mercado doméstico, a saca de 60 quilos de café encerrou a R$ 269,58, segundo o indicador Cepea/Esalq. No mês, a commodity já acumula alta de 6,6%.
Segundo a Equipe InfoMoney, a menor confiança dos investidores nas perspectivas da economia norte-americana segue pressionando as cotações do dólar no mercado internacional. Nesta quarta-feira, pela primeira vez em 14 meses, a cotação do dólar norte americano superou a barreira de US$ 1,50 contra o Euro.
Gráfico 1. Cotação do dólar (R$)
Gráfico2. Indicador Esalq-arábica x contrato BM&F
Com informações do jornal Valor Econômico.