Café diferenciado para consumidores diferenciados

Conhecer as demandas da indústria, as características de cada lote de café e divulgar a qualidade do produto, evidenciando origem e história. É assim que os produtores do café da região das Matas de Minas deverão agir para conquistar o mercado de cafés especiais. Estes foram os principais temas abordados na segunda reunião do Projeto Foco Competitivo para o reforço da competitividade do café produzido nas Matas de Minas.

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Conhecer as demandas da indústria, as características de cada lote de café e divulgar a qualidade do produto, evidenciando origem e história. É assim que os produtores do café da região das Matas de Minas deverão agir para conquistar o mercado de cafés especiais. Estes foram os principais temas abordados na segunda reunião do Projeto Foco Competitivo para o reforço da competitividade do café produzido nas Matas de Minas. A iniciativa é do Sebrae-MG (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas).

De acordo com estudos, análises de mercado e entrevistas a compradores de café nacionais e internacionais, o Sebrae-MG comprovou que o consumo de cafés especiais está em crescimento. Para que os produtores do café das Matas de Minas conquistem uma fatia desse mercado, o Sebrae-MG desenvolve o projeto Foco Competitivo, que vai construir em conjunto com os produtores da região estratégias e ações para melhorar qualidade, comercialização, identidade e governança.

"Os números mostram que competir no segmento de cafés especiais, chamado nesse projeto de Xícara Diferenciada, é vantajoso para o produtor. Esse mercado compra volumes expressivos e contribui para a melhoria da imagem da região, que deverá ser reconhecida como produtora de cafés que possuem qualidade e origem", afirma Cláudio Wagner, analista do Sebrae-MG.

De acordo com o analista do Sebrae-MG, Rogério Galuppo, o consumidor moderno se interessa pela história da região, meio ambiente, cultura e pessoas. "O cliente quer uma experiência única, exclusiva e personalizada. Verificamos em nossa pesquisa, que o mercado não sabe que produzimos cafés de qualidade. Nosso projeto quer mudar essa realidade", conclui Galuppo.

Depois de seis meses de estudos e levantamentos, o projeto estará finalmente pronto e começará a ser aplicado nos próximos quatro anos para alavancar a competitividade do principal setor econômico da região.

As informações são do Sebrae-MG, adaptadas pela Equipe CaféPoint.
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