Café arábica: área em Guaxupé ganhará centro de pesquisas da cultura

Os experimentos de validação e inovação tecnológica devem começar ainda este ano.

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Da redação

Com o objetivo de encontrar respostas mais rápidas para o manejo do café arábica, principalmente na utilização de insumos, uma propriedade em Guaxupé, com área de 10 hectares, ganhará um centro de pesquisas da cultura a partir da próxima safra. A iniciativa será possível graças a uma parceria entre a Cooperativa Regional de Cafeicultores em Guaxupé (Cooxupé) e o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sul de Minas (Ifsul). 

Foto: Aislan Henrique da Silva/Café Editora
                              Foto: Aislan Henrique da Silva/Café Editora

Segundo o professor Felipe Campos Figueiredo, a intenção é montar um polo que seja referência em termos de tecnologia: os produtores poderão visualizar os resultados de insumos fornecidos por empresas para testes, e os alunos do instituto terão uma experiência direta com a prática do manejo de uma lavoura cafeeira. 

Após o plantio de seis mil mudas de café, os experimentos de validação e inovação tecnológica devem começar ainda este ano. O objetivo das pesquisas é comprovar alternativas mais eficientes e econômicas para a gestão da cafeicultura.

Para o coordenador de desenvolvimento técnico na Cooxupé, Mario Ferraz de Araújo o mais importante para a cooperativa é a escolha dos experimentos que serão realizados. "Somos muito assediados para colocarmos novos produtos e equipamentos em nossas linhas de venda", disse.
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José Adauto de Almeida
JOSÉ ADAUTO DE ALMEIDA

MARUMBI - PARANÁ - PROVA/ESPECIALISTA EM QUALIDADE DE CAFÉ

EM 13/09/2017

Decisão muito importante para o desenvolvimento e ou manutenção da área cafeeira da região sudoeste de Minas. Importante para validar resultados de pesquisas de defensivos, fertilizantes  e equipamentos utilizados nesta lavoura.Importante pelos resultados a serem divulgados estarem mais próximos da realidade dos cafeicultores da região.Sabemos que muitos  resultados de trabalhos/tecnologias são lançados sem importar com o custo e a viabilidade deles na prática. Espero que, se bem conduzido ou sem "ingerência de interesses econômicos", traga frutos para a cafeicultura da região. O cafeicultor da montanha precisa de produtos e equipamentos que realmente funcionem nas suas condições / sua realidade.
João Itamar Nogueira
JOÃO ITAMAR NOGUEIRA

TUPÃ - SÃO PAULO - INDÚSTRIA DE INSUMOS PARA A PRODUÇÃO

EM 10/09/2017

Prezados, 



A ideia é excelente, desde de que as empresas que tenham bons produtos consigam comprovar a eficiência deles. Nossa empresa Formalix@terra.com.br tem um nematicida  "NÃO" agrotóxico

com resultados igual ao Furadam na da cana-de-açúcar e um repelente natural de insetos que talvez possa repelir a Broca- do-Café e o Bicho Mineiro.

Att.

João Itamar Noueira