"Para este ano não temos novidades nos fundamentos do mercado de café. Eles continuam os mesmos, pressionados, ainda, pela forte alta nos custos de produção. Os produtores brasileiros se recusam a vender café nas bases oferecidas pelos compradores", destacou a última análise do Escritório Carvalhaes.
Por volta das 09h14 (horário de Brasília), maio/22 tinha alta de 275 pontos, negociado por 227,90 cents/lbp; julho/22 tinha alta de 165 pontos, cotado por 226,50 cents/lbp; setembro/22 tinha valorização de 160 pontos, valendo 225,50 cents/lbp; e dezembro/22 tinha alta de 245 pontos, valendo 224,05 cents/lbp.
Na Bolsa de Londres, o café tipo canéfora (conilon) operava com estabilidade na manhã desta quarta-feira. Maio/22 tinha alta de US$ 9 por tonelada, valendo US$ 2179; julho/22 tinha alta de US$ 6 por tonelada, cotado por US$ 2148; setembro/22 tinha queda de US$ 1 por tonelada, valendo US$ 2124; e novembro/22 era negociado por US$ 2113, sem variações.
Mercado interno – Última sessão
O tipo 6 bebida dura bica corrida teve queda de 0,76% em Guaxupé (MG), negociado por R$ 1.300, e Campos Gerais (MG) teve queda de 0,84%, valendo R$ 1.297. Poços de Caldas (MG) manteve a estabilidade por R$ 1.300, Araguarí (MG) manteve por R$ 1.280, Varginha (MG) manteve por R$ 1.320 e Franca (SP) manteve por R$ 1.320.
O tipo cereja descascado teve queda de 0,72% em Guaxupé (MG), negociado por R$ 1.370, e Varginha (MG) teve baixa de 0,71%, cotado por R$ 1.390. Poços de Caldas (MG) manteve a estabilidade por R$ 1.390 e Patrocínio (MG) manteve por R$ 1.360.
As informações são do portal Notícias Agrícolas.