Na bolsa de Nova York o vencimento julho/11 teve desvalorização de 555 pontos, fechando a 269,40 centavos de dólar por libra-peso. Na semana a variação foi de -6,26%. Os contratos para setembro/11 terminaram o pregão a 272,30 centavos de dólar por libra-peso, com queda de 545 pontos. Na semana a perda foi de 6,20%.
Os fundamentos de oferta apertada não tem sido suficientes no momento para manter as cotações do café em alta.
Gráfico 1. Contrato café, ICE Futures U.S.

A BM&FBovespa acompanhou o mercado internacional e fechou em baixa. O vencimento maio/11 fechou cotado a US$ 348,50 com desvalorização de US$ 4,50. Na semana a queda foi de US$ 23,20. O contrato setembro/11, o de maior liquidez, fechou a US$ 336,75/ saca, com perda de US$ 5,60 na sexta-feira (13). Na semana a desvalorização acumulada foi de US$ 24,05.
Tabela 1. Comparativos das principais Bolsas de café

Dólar
Segundo Infomoney, o dólar (PTAX) voltou a registrar alta, a terceira seguida, ao subir 0,75%, terminando a sexta-feira (13) cotado a R$ 1,632, maior cotação desde março deste ano. Com isso, a moeda registrou variação positiva de 1% na semana, seguindo a tendência da divisa no exterior. Por aqui, o Banco Central continuou a intervir.
Mercado interno
No mercado interno a saca de 60 quilos do café arábica foi cotada a R$ 529,84, com desvalorização de R$ 0,27 segundo o indicador Cepea/Esalq. Na semana a desvalorização acumulada foi de R$ 3,16/saca. O mercado interno seguiu a tendência de queda do mercado internacional.
Negócios ainda lentos à espera da entrada de cafés da nova safra brasileira que já começou a ser colhida.
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Gráfico 2. Indicador Cepea/Esalq - arábica

Tabela 2. Principais Indicadores e cotação do Dólar

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