Apesar de liderar as exportações mundiais do agronegócio, o Brasil tem poucas normas técnicas regulando seus processos produtivos. Segundo o diretor de Normatização da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e um dos palestrantes do décimo fórum promovido pela Associação Brasileira de Agribusiness (Abag), Eugenio Guilherme Tolstoy De Simone, o Vietnã, por exemplo, não tem a tradição do Brasil no setor cafeeiro mas dispõe de 60 normas técnicas sobre o produto café. O Brasil dispõe de apenas duas normas técnicas relativas ao café, enquanto a Colômbia tem 31 e a França, 32.
E as normas são importantes para competir no mercado internacional. No caso do Vietnã o objetivo é atender aos requisitos do mercado alemão, principal importador do café robusta vietnamita informou notícia da Agência Estado.
O presidente da Abag, Carlo Lovatelli, acha preocupante a ausência de normas nas diversas cadeias do agronegócio, que ele atribui à questão cultural.
Brasil não investe em normatização técnica
Apesar de liderar as exportações mundiais do agronegócio, o Brasil tem poucas normas técnicas regulando seus processos produtivos. Segundo o diretor de Normatização da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e um dos palestrantes do décimo fórum promovido pela Associação Brasileira de Agribusiness (Abag), Eugenio Guilherme Tolstoy De Simone, o Vietnã, por exemplo, não tem a tradição do Brasil no setor cafeeiro mas dispõe de 60 normas técnicas sobre o produto café. O Brasil dispõe de apenas duas normas técnicas relativas ao café, enquanto a Colômbia tem 31 e a França, 32.
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