O governo brasileiro planeja compor uma lista negra das empresas que utilizam trabalho infantil, com o objetivo de identificar as companhias e impedi-las de ter acesso a financiamentos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), isenções fiscais ou de participar de licitações públicas.
A Organização das Nações Unidas (ONU) divulgou um estudo que alerta que, apesar de o número de crianças trabalhando estar diminuindo, elas chegam a 218 milhões em todo o mundo. No Brasil, o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, defende uma estratégia comum com o Ministério da Educação para garantir que as crianças retiradas dos locais de trabalho tenham acesso à escola.
Para a Força Sindical da Bahia, existem cerca de 2,7 milhões de crianças nessa situação no Brasil. O ministro afirma ser difícil auferir o número exato, pois uma parcela não contabilizada está trabalhando em empresas familiares ou mesmo como empregadas domésticas. Mesmo assim, Lupi acredita que a lista poderá trazer grandes resultados na questão do trabalho infantil. "O modelo é parecido ao da lista suja que existe sobre trabalho forçado. A lista que publicamos com as empresas que cometem esse crime está dando certo: a empresa listada praticamente fecha diante da repercussão", afirmou Lupi. As informações são da Agência Estado.
Brasil: empresas com trabalho infantil serão listadas
O governo brasileiro planeja compor uma lista negra das empresas que utilizam trabalho infantil, com o objetivo de identificar as companhias e impedi-las de ter acesso a financiamentos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), isenções fiscais ou de participar de licitações públicas. O ministro do Trabalho, Carlos Lupi, defende uma estratégia comum com o Ministério da Educação para garantir que as crianças retiradas dos locais de trabalho tenham acesso à escola.
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