Foram 2.344 contêineres com 687.372 sacas de conilon, somadas a 32.943 sacas de arábica e 29.652 sacas de solúvel, a um preço médio de US$ 221,63 a saca, gerando uma receita de mais de US$ 166 milhões.
Entre os principais destinos dos grãos capixabas estão a Bélgica, que importou 842.403 sacas só de conilon entre janeiro e agosto deste ano, seguida do México (585,054) e da Itália (493,219). Até 31 de agosto, o volume total de sacas embarcadas (entre arábica, conilon, cafés torrados e solúveis) é de 5.541.362 sacas, para 61 países.
Com relação à soma dos tipos de café, os Estados Unidos seguem atrás os dois primeiros países acima: nos oito primeiros meses do ano, o país importou, no total, 501.729 sacas de café capixaba, sendo 381.358 sacas de conilon, além de arábicas (4.673), e solúveis (115.698), o que representa 9,05 do total de exportações de café do estado, atrás da Bélgica (15,25%) e do México (10,6%).
A Indonésia se destaca como maior importador de solúveis: desde janeiro, foram 161.553 sacas.
Fonte: Centro de Comércio de Café de Vitória