Avaliação do café brasileiro em NY é encerrada

Encerram-se hoje (15) as manifestações dos participantes da Bolsa de commodities de Nova York -a ICE- para definir a participação ou não do café brasileiro nas negociações da entidade. Pelo menos 19 países entregam café na Bolsa nova-iorquina. O Brasil está fora da lista. Primeiro, porque Colômbia e países da América Central nunca quiseram a participação do país. Segundo, porque o próprio Brasil só agora começa a elevar a produção de café lavado, o negociado na Bolsa.

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Encerram-se hoje (15) as manifestações dos participantes da Bolsa de commodities de Nova York -a ICE- para definir a participação ou não do café brasileiro nas negociações da entidade.

Pelo menos 19 países entregam café na Bolsa nova-iorquina. O Brasil está fora da lista. Primeiro, porque Colômbia e países da América Central nunca quiseram a participação do país. Segundo, porque o próprio Brasil só agora começa a elevar a produção de café lavado, o negociado na Bolsa.

O café recebido desses países é certificado pela Bolsa e passa a fazer parte dos estoques, sendo utilizado nas liquidações físicas dos contratos futuros.

Guilherme Braga, do Cecafé, diz que a Bolsa voltou a reestudar a participação de café brasileiro nas negociações futuras porque há uma redução de café lavado da Colômbia e dos países da América Central.

Além disso, os preços do mercado físico estão acima dos praticados na Bolsa. Com isso, não há entrada de café para a formação de estoques.

Silvio Leite, da Agricafé, diz que a possível participação do Brasil na Bolsa agora se dá em contexto diferente do das tentativas anteriores

Desta vez, a movimentação parte das principais tradings que operam em Nova York. Sem café, a Bolsa perde importância, diminui liquidez e dificulta as operações de hedge dos investidores.

Braga lembra que, mesmo que a Bolsa venha a certificar o café brasileiro, as entregas do produto só ocorreriam nos contratos futuros a serem criados. Ou seja, demoraria pelo menos dois anos.

A reportagem é do jornal Folha de S.Paulo, adaptada pela Equipe CaféPoint.

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Fernando de Souza Barros jr.
FERNANDO DE SOUZA BARROS JR.

SÃO PAULO - SÃO PAULO - TRADER

EM 15/06/2010

Prezados Companheiros

Não vamos abrir mão de nossa Independencia e ficarmos subjugados com uma Bolsa que não tem o café Brasileiro Natural e cujo Contrato C é do café Colombiano lavado vendendo com um diferencial de U$0,20/0,25 seja lá o que for sem transparencia nenhuma para o nosso produtor,para tirarmos do Buraco a negociação do Café Colombiano e Centrais que não vão conseguir competir com o nosso que é melhor!!Digo mais se pretendemos fazer Marketing,Agregar valor e mandar no que é nosso não devemos aceitar vender o nosso produto baseado
no que não é nosso.Por estas considerações e por atitudes anteriores tomadas por aquela Bolsa que em varias ocasiões mudaram as regras do jogo a seu bel prazer prejudicando a transparencia é que queremos nosso Café na CME(Chicago).pois 50% do mercado de café arábica do mundo é nosso.

Sabemos que o número de cabeças que operam(influenciam) este mercado não é grande cerca de 350 e de Fundos uns 30.Vamos trabalhar em cima disto e aqui no Brasil também na BVMF.

Lutar para que a parte tributária não nos prejudique nas operações de Bolsa.

Saudações aos nossos companheiros.