O chefe do Gabinete de Estatística e Planejamento do Ministério da Agricultura de Angola, Joaquim Duarte, informou nesta quinta-feira (21), em Belo Horizonte, que seu país precisa da cooperação do Brasil, sobretudo na pesquisa agrícola. "Acreditamos que Minas Gerais tenha muitas condições de participar do intercâmbio para a reorganização econômica e política de Angola", disse.
O representante angolano informou que seus contatos com o Ministério da Agricultura e com outras instituições ligadas ao agronegócio no Brasil estão dando bons resultados. Um grupo de pesquisadores federais vai embarcar para Angola em março com o objetivo de participar do programa de cooperação. Os africanos também pretendem atrair consultores para ajudar a planejar o desenvolvimento agrícola de Angola.
Segundo o secretário da Agricultura de Minas Gerais, Gilman Viana Rodrigues, o Estado é receptivo a propostas de intercâmbio de conhecimento e pode apresentar a experiência de sua produção, que é bastante diversificada. "Fazemos aqui um esforço permanente para agregar a pesquisa aos programas que dão suporte ao desenvolvimento do agronegócio", acrescentou. Ele destacou que "o conhecimento científico e tecnológico dá suporte ao bom desempenho da produção agrícola e pecuária do Estado, como o café, leite, carne e florestas, presentes em quase toda Minas Gerais".
A opção de Minas, de acordo com o secretário, é pelo trabalho à base do intercâmbio e das parcerias público-privadas. "O governo estadual tem recorrido principalmente às universidades para desenvolver ações de pesquisa que gerem o desenvolvimento do agronegócio", enfatizou Viana.
As informações são da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais.
Angola quer cooperação de Minas para agricultura
O chefe do Gabinete de Estatística e Planejamento do Ministério da Agricultura de Angola, Joaquim Duarte informou que seu país precisa da cooperação do Brasil, sobretudo na pesquisa agrícola. Segundo o secretário da Agricultura de Minas Gerais, Gilman Viana Rodrigues, o Estado é receptivo a propostas de intercâmbio de conhecimento e pode apresentar a experiência de sua produção, que é bastante diversificada. Ele destacou que "o conhecimento científico e tecnológico dá suporte ao bom desempenho da produção agrícola e pecuária do Estado, como o café, leite, carne e florestas, presentes em quase toda Minas Gerais".
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